União Europeia 30 anos de Portugal na Europa servem para apelos ao reforço da União

30 anos de Portugal na Europa servem para apelos ao reforço da União

Entre elogios a Portugal, o presidente do Parlamento Europeu confessou esta sexta-feira, durante a cerimónia do 30.º aniversário que marca a adesão de Portugal à União Europeia em Belém, que a Europa precisa de redefinir o seu caminho.
As comemorações de 30 anos de adesão de Portugal à CEE As comemorações de 30 anos de adesão de Portugal à CEE As comemorações de 30 anos de adesão de Portugal à CEE As comemorações de 30 anos de adesão de Portugal à CEE As comemorações de 30 anos de adesão de Portugal à CEE As comemorações de 30 anos de adesão de Portugal à CEE As comemorações de 30 anos de adesão de Portugal à CEE As comemorações de 30 anos de adesão de Portugal à CEE As comemorações de 30 anos de adesão de Portugal à CEE As comemorações de 30 anos de adesão de Portugal à CEE As comemorações de 30 anos de adesão de Portugal à CEE As comemorações de 30 anos de adesão de Portugal à CEE As comemorações de 30 anos de adesão de Portugal à CEE As comemorações de 30 anos de adesão de Portugal à CEE As comemorações de 30 anos de adesão de Portugal à CEE As comemorações de 30 anos de adesão de Portugal à CEE As comemorações de 30 anos de adesão de Portugal à CEE As comemorações de 30 anos de adesão de Portugal à CEE As comemorações de 30 anos de adesão de Portugal à CEE As comemorações de 30 anos de adesão de Portugal à CEE
"Há trinta anos, finalmente, um sonho tornou-se realidade. Um sonho da democracia e da liberdade". A frase é de MartinSchulz e marcou o início da sua intervenção esta sexta-feira, 8 de Janeiro, no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, na celebração dos 30 anos de adesão de Portugal à União Europeia. A cerimónia contou com a presença dos representantes da nação e de vários políticos presentes na história da democracia portuguesa nas últimas três décadas, e ocorreu no mesmo local onde o Tratado foi assinado a 12 de Junho de 1985, entrando em vigor a 1 de Janeiro de 1986.

 

A celebração partiu ao som das notas da Orquestra Clássica Metropolitana, que fez ecoar nas paredes pintadas em luzes em tom de azul da sala do antigo refeitório do Mosteiro o hino nacional, que antecipou o quarto movimento da 9.ª sinfonia de Beethoven: o hino da Alegria, que foi adoptado como símbolo da União Europeia.

 

Na primeira fila, Ferro Rodrigues, que à data da adesão de Portugal ao projecto europeu era convidado por Mário Soares, o primeiro-ministro que assinou a entrada de Portugal na União Europeia, a integrar as listas do PS como independente, separava o primeiro-ministro, António Costa, do, ainda, Chefe de Estado, Cavaco Silva. São Bento e Belém, com a Europa ali ao lado, pela representação do presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz.

Na sala, o antigo Alto Comissário da ONU para os Refugiados e ex-primeiro-ministro português, António Guterres, o antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, o ex-Presidente Jorge Sampaio, o deputado Luís Montenegro, a ex-ministra Assunção Cristas, Mário Centeno, ministro das Finanças, Tiago Brandão Rodrigues, ministro da Educação, entre outros membros do Governo e da história política portuguesa enchiam a sala, aguardando os discursos, com o primeiro-ministro a ser o primeiro a usar a palavra.

"Em nenhum outro período da nossa História, Portugal conheceu um processo de transformação estrutural e de desenvolvimento económico, social e cultural tão acelerado como nestes últimos trinta anos", considerou Costa, que começou por citar Mário Soares a quem atribuiu "a visão do pedido de adesão".

Para Costa, a posterior adesão de mais 16 países é "um sinal claro da capacidade de atracção e da vitalidade do projecto europeu", não afastando, no entanto, "uma reflexão sobre o presente e um olhar sobre o futuro". Mas alerta: "as ameaças ao modelo e projecto europeu recomendam mais, e não menos Europa".

"Portugal deve afirmar-se como um agente activo das políticas europeias e não como simples beneficiário passivo dessas políticas". O primeiro-ministro apelou ainda que se abandone "a Europa das chancelarias" e que se parta para a "Europa dos cidadãos".

Já Durão Barroso, antigo presidente da Comissão Europeia e ex-primeiro-ministro de Portugal, ressalvou que a Europa "conta e não está em decadência", apesar das dificuldades que enfrenta e das críticas, que considerou infundadas, das forças anti-europeístas, mas também de governos nacionais. O antigo primeiro-ministro acredita que alguns pretendem fazer da Europa "bode expiatório das frustrações e insuficiências de políticos de curtas vistas" e fazem "uma idealização do passado", omitindo que falam de um passado sem liberdade e de "nacionalismos exacerbados", recordando as duas guerras mundiais que a Europa viveu. 


"Precisamos de uma Europa melhor"

O presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, reconheceu que a "Europa precisa certamente de ajustamentos e alterações", mas acredita que "aqueles que dizem aos seus povos que precisam de menos União Europeia e de mais renacionalização - como os governos da Hungria e da Polónia - negam o facto de que os desafios globais não podem ser resolvidos pelos Estados sozinhos". "O que é necessário é cooperação europeia", defende. 

Entre elogios a Portugal e à sua participação no projecto europeu, Schulz reflectiu no impacto que a entrada teve na economia e desenvolvimento do país, mas elogiou também o papel activo português.

Schulz lamentou que as "novas gerações" estejam "a pagar com as suas oportunidades na vida por uma crise que não criaram" e reconhece que "precisamos de uma Europa melhor", que, "como os navegadores portugueses, deve calibrar a sua rota".




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mais votado Anónimo 09.01.2016

Nem parece converssa de alemao; ilogiar o pendura com mentiras! Com que contribuiu Portugal para a ???europeia? Gartar o dinheiro enviado por Bruxelas!

comentários mais recentes
Maria Valentina Umer 09.01.2016

Os portugueses deveriam estar muito contentes por fazerem parte da UE. Os benefícios de tal sao muito maiores do que os deveres. Portugal sem a UE retornava à Idade Média. Os analafabetos que escrevem aqui sao ... historicamente, analfabetos provinciais.

Anónimo 09.01.2016

Nem parece converssa de alemao; ilogiar o pendura com mentiras! Com que contribuiu Portugal para a ???europeia? Gartar o dinheiro enviado por Bruxelas!

Anónimo 09.01.2016

O burroterres aqui parece uma tabuleta se sinalizacao a dizer:"fim de rua"FANTOCHE.Ate me arrepio quando ouco elogios vindos da area dele pelo nome da pequenota independente que diz nunca lhe terem faltado pretendentes,mesmo sendo piquininha.Ha 1 vantagem:roupas de crianca custam menos.

Anónimo 09.01.2016

30 anos de Portugal na Europa não dotaram o País de uma economia produtiva capaz de sustentar a sua População com um nivel de vida médio europeu e de financiar o seu Estado. Este e os bancos faliram e a população regride ou emigra. Comemorar o quê?

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