Zona Euro Grécia vai aliviar austeridade com programa de medidas sociais

Grécia vai aliviar austeridade com programa de medidas sociais

O parlamento grego deverá adoptar hoje um programa de medidas sociais para aliviar a austeridade no país, nomeadamente uma cobertura de saúde aos gregos sem direito à segurança social.  
Grécia vai aliviar austeridade com programa de medidas sociais
Reuters
Negócios 20 de fevereiro de 2016 às 15:49

Essas medidas tiveram a sua aprovação em Dezembro, estando à espera da aprovação da União Europeia (UE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI).

 

O texto faz parte do "programa paralelo" prometido aos gregos pelo Governo do primeiro-ministro Alexis Tsipras, em contrapartida ao ajuste orçamental ditado pelos credores do país, nesse verão, em troca de novos empréstimos, no valor de 86 mil milhões de euros.

 

O programa deve ser aprovado, salvo alguma surpresa, pela maioria governamental de esquerda e seus aliados.

 

A oposição de direita anunciou que iria votar contra o projecto de lei, denunciando ser um conjunto de medidas díspares.

 

A principal medida fornece cobertura de saúde aos cidadãos sem segurança social, cerca de 2,5 milhões de pessoas, segundo o Governo, tendo em vista a amplitude do desemprego entre os trabalhadores e empresários. Também fornece atendimento gratuito para populações vulneráveis, como crianças, migrantes e pessoas com deficiências.

 

O texto visa igualmente melhorar o funcionamento dos serviços públicos de saúde, já deficientes antes da crise e muito atingido pelos seis anos de austeridade.

Prevê-se a criação de "centros sociais", locais de apoio aos mais pobres.

 

 


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mais votado Ciifrão 20.02.2016

E com estas tretas, lá como cá, se entrem o pagode. Em vez de governarem e tornarem o países mais sustentáveis, os do poder vão-se governado, pois já sabem ser o futuro incerto. Com esta conversa mole vão dando a ideia contrária do que fazem.

comentários mais recentes
ZeMoca 20.02.2016

Ele faz se a troika o deixar e lhe der d inheiro,

Anónimo 20.02.2016

QUANDO A DOR NAO TRANSMITE DOR,POBRE DE QUEM A TRANSPORTA.

Anónimo 20.02.2016

Gostava de me solidarizar com este povo,mas enquanto o estado mantiver semelhante robustez:300 deputados,secalhar um governo do tamanho do nosso,e a popolacao a mingar,nao podem contar conmigo.Espero um nao da Troica.

Ciifrão 20.02.2016

E com estas tretas, lá como cá, se entrem o pagode. Em vez de governarem e tornarem o países mais sustentáveis, os do poder vão-se governado, pois já sabem ser o futuro incerto. Com esta conversa mole vão dando a ideia contrária do que fazem.

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