Finanças Públicas Estudo do fundo de resgate diz que dívida nacional ainda é de "alto risco"
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Estudo do fundo de resgate diz que dívida nacional ainda é de "alto risco"

Três economistas do fundo de resgate da Zona Euro criaram um sistema interno de semáforos para avaliar a sustentabilidade da dívida de países resgatados. Portugal, apesar das melhorias, continua a merecer um sinal vermelho.
Estudo do fundo de resgate diz que dívida nacional ainda é de "alto risco"
Bloomberg
Rui Peres Jorge 28 de abril de 2017 às 00:01

A sustentabilidade da dívida pública portuguesa continua a ser classificada como de "alto risco"  pelo novo mecanismo de alerta criado por três economistas do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE), o fundo de resgate da Zona

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mais votado Anónimo Há 3 semanas

Mas onde é que está escrito que os colaboradores assalariados da banca não são elegíveis para requerer o RSI junto do Instituto da Segurança Social após uma bem planeada reestruturação que elimine ou reduza o excedentarismo detectado? Para os da Função Pública está escrito na constituição, temos que os gramar quando são excedentários, mas para os da banca onde é que isso está escrito? É que mesmo estando em Portugal, para esses casos, se atentarmos ao pormenor legislativo não parece existir base legal que sustente que esta classe de bandidos nos possa andar a roubar da forma que o tem feito.

comentários mais recentes
Anónimo Há 3 semanas

Decrete-se a prosperidade e o elevado nível de vida sem criar as condições para que a economia crie valor que justifique e suporte essa prosperidade e esse nível de vida. Portugal e Grécia seguem o modelo anti-Nórdico e depois admiram-se de serem mal-falados e ridicularizados enquanto povos.

Anónimo Há 3 semanas

A única coisa que Portugal da esquerdas unidas ganha com juros mais baixos e acesso renovado ao mercado de dívida é mais disponibilidade de obter mais dívida e a um maior ritmo até que a próxima bancarrota socialista/despesista se manifeste em toda a sua ruína.

Anónimo Há 3 semanas

Em Portugal acabou a austeridade. 8 concelhos, incluindo aglomerados populacionais isolados, fora de grandes áreas metropolitanas com concelhos conurbados, como a Covilhã, Aveiro e Chaves, sem INEM à noite. Os custos do excedentarismo na administração pública incluem cortar onde não se deve mas é mais fácil cortar, para manter excedentários de carreira sindicalizados cujo posto de trabalho já nem sequer se justifica, mas que não podem ser legalmente despedidos. Acabou-se a austeridade mas foi para os que levam a República à falência, para os grandes causadores da crise. E os tetraplégicos já nem conseguem obter pensão de invalidez para os serviçais da Segurança Social levarem um bónus para casa que o que já arrecadavam não lhes chega para serem competentes e sérios. Parece a malta do sindicato dos impostos a ameaçar com uma explosão de corrupção se não lhes pagarem mais ou os estivadores a parar os portos enquanto não voltarem os cavalos e o vapor... Portugal está entregue às máfias.

Anónimo Há 3 semanas

Portugal não tem credibilidade nem autonomia económico-financeira porque não tem tido políticas que permitam a criação, captação e fixação do melhor e mais adequado talento disponível nos mercados globais de talento e capital. Sem flexibilização dos mercados laborais e fortalecimento dos mercados de capitais portugueses, Portugal nunca vai participar nas revoluções industriais como actor principal, secundário ou mesmo figurante. Será eternamente o expectador que chega ao evento sempre perto do acto final e por isso fica sem perceber o pouco daquilo que viu.

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