Finanças Públicas Governo planeia maior esforço orçamental que há um ano
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Governo planeia maior esforço orçamental que há um ano

A UTAO fez as contas ao ajustamento orçamental previsto entre 2016 e 2020 e a quanto resulta de medidas de consolidação orçamental e do dinamismo da economia. O esforço de austeridade é significativamente maior do que há um ano, conclui.
Governo planeia maior esforço orçamental que há um ano
Miguel Baltazar
Rui Peres Jorge 26 de abril de 2017 às 00:01

Entre 2016 e 2020 o Governo espera reduzir o défice orçamental ajustado de medidas extraordinárias em  2,7 pontos de PIB, ou seja, cerca de cinco mil milhões de euros. Este é um valor em linha com o que esperava

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mais votado Anónimo 25.04.2017

Patrocinados pelo capitalista de compadrio corruptor e pelo político eleitoralista corrupto, a corja sindical deu cabo deste país.

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pertinaz 26.04.2017

FALTA REALÇAR UMA MEDIDA ESTRUTURANTE: ACABARAM-SE AS FOTOCÓPIAS...

... SOBRETUDO SE FOREM A CORES...

... É ASSIM QUE SE GERE UM PAÍS A SÉRIO...!!!

Anónimo 25.04.2017

Numa altura em que a maioria do tipo de empregos prevalecentes na economia portuguesa está prestes a ser amplamente automatizado por via das inovadoras soluções, extremamente económicas e eficientes, já disponíveis no mercado global, é forçoso saber alertar para mais este erro de estratégia e planeamento que é querer garantir a fantasia verdadeiramente lunática das carreiras e empregos intocáveis e para toda vida, e ao mesmo tempo decretar múltiplos aumentos salariais. É que se elevassem um pouco os salários por via legislativa e regulatória, mas deixassem despedir excedentários num mercado laboral flexível no sector público e privado, tudo bem. A automação levada a cabo num racional e oportuno processo de substituição de factor produtivo trabalho por factor produtivo capital, dar-se-ia, elevando assim todos os mais cruciais padrões e indicadores económicos da economia portuguesa. Mas impedir o despedimento é condenar mais uma vez a economia portuguesa ao empobrecimento e fracasso.

Anónimo 25.04.2017

O governo não despede nem deixa despedir porque não existem excedentários em Portugal, mas lá que há excedentarismo, lá isso há. Se em mais nada serve ou engrandece, que sirva de consolo países como Portugal e Grécia serem tão pequenos, dependentes e pouco influentes, tendo sempre o crónico condão do atraso ancestral e da imitação extemporânea como desculpa para todos os seus males. Consolos de países onde governos empossados se dão ao luxo de declarar que se abstêm de governar. Veremos por quanto tempo. Os danosos custos para o país, a cidadania, a economia e a sociedade actual e futura, esses, continuarão a acumular-se a cada segundo que passa. Parte da população está refém dos defensores do excedentarismo e assim vai continuar.

Anónimo 25.04.2017

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