Orçamento do Estado Mário Centeno reafirma que carga fiscal vai diminuir

Mário Centeno reafirma que carga fiscal vai diminuir

O ministro das Finanças reafirmou este sábado, em Faro, que a carga fiscal vai diminuir em 2016, contrariando as acusações feitas pelos partidos de Direita de um aumento do peso dessa receita sobre o produto interno bruto (PIB).
Mário Centeno reafirma que carga fiscal vai diminuir
Pedro Elias/Negócios
Negócios 13 de Fevereiro de 2016 às 21:25

"Há uma redução clara naquilo que é o peso das receitas fiscais sobre o PIB", sublinhou Mário Centeno numa sessão de esclarecimentos organizada pelo Partido Socialista (PS) na capital algarvia.


O ministro explicou que "há uma redução do peso do PIB de 0,6 pontos percentuais da receita de impostos diretos", principalmente do IRS (imposto sobre o rendimento das pessoas singulares) e IRC (imposto sobre o rendimento das empresas).


Por outro lado, "há um aumento de quase de 0,4 pontos percentuais do peso dos impostos indirectos no PIB".


Mário Centeno conclui que, "conjugados estes dois valores, uma diminuição [de 0,6 pontos percentuais] dos impostos diretos e um aumento de 0,4 dos indirectos, temos uma redução da receita no PIB".


"O conceito de carga fiscal, tecnicamente considerado, pode levar à inclusão também das contribuições sociais", disse o ministro, acrescentando que "estas contribuições em 2016 vão crescer acima do crescimento do PIB por virtude do crescimento do rendimento disponível das famílias e dos trabalhadores e aquilo que é o crescimento do emprego. A conjugação destes dois factores faz com que essas contribuições cresçam ligeiramente mais rápido do que o PIB".


O Ministério das Finanças já tinha esclarecido na sexta-feira à noite que "o peso da receita de impostos no PIB diminui 0,2 pontos percentuais. É nesse sentido que o ministro das Finanças tem referido que há uma redução da carga fiscal em 2016".


Na sessão de esclarecimento a que assistiram cerca de duas centenas de pessoas, Mário Centeno voltou a insistir na ideia de que "o fim da austeridade não deve ser confundido com falta de rigor" e que o nervosismo nos mercados de capitais deve ser contrariado com o "rigor que tem de se colocar em toda a actuação do Estado" português.




A sua opinião173
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Anónimo 13.02.2016

"Mário Centeno reafirma que carga fiscal vai diminuir". Lá vai o tosta, ter que desmentir o sem tino, mais uma vez. Começa a ser cansativo.

comentários mais recentes
NÃO GOSTO SER ENGANADO POR ABILIDOSOS 15.02.2016

Estamos fartos de palavras, queremos factos e os factos, demonstram que o homem não é pessoa séria, como todos os manhosos deste governo. Que fatalidade temos neste país, as mentiras sobrepõem-se aos factos, Não acredito neste bando de falhados que nos levarão novamente p/ a bancarrota

NÃO GOSTO SER ENGANADO POR ABILIDOSOS 15.02.2016

Estamos fartos de palavras, queremos factos e os factos, demonstram que o homem não é pessoa séria, como todos os manhosos deste governo. Que fatalidade temos neste país, as mentiras sobrepõem-se aos factos, Não acredito neste bando de falhados que nos levarão novamente p/ a bancarrota

NÃO GOSTO SER ENGANADO POR ABILIDOSOS 15.02.2016

Estamos fartos de palavras, queremos factos e os factos, demonstram que o homem não é pessoa séria, como todos os manhosos deste governo. Que fatalidade temos neste país, as mentiras sobrepõem-se aos factos, Não acredito neste bando de falhados que nos levarão novamente p/ a bancarrota

NÃO GOSTO SER ENGANADO POR ABILIDOSOS 15.02.2016

Estamos fartos de palavras, queremos factos e os factos, demonstram que o homem não é pessoa séria, como todos os manhosos deste governo. Que fatalidade temos neste país, as mentiras sobrepõem-se aos factos, Não acredito neste bando de falhados que nos levarão novamente p/ a bancarrota

ver mais comentários
pub
pub
pub
pub