Orçamento do Estado OE penaliza contas de 2017 em 1.200 milhões de euros
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OE penaliza contas de 2017 em 1.200 milhões de euros

As decisões tomadas no OE/2016 têm impacto também nas contas do Orçamento de 2017. Muitas das medidas em vigor estão desenhadas para ter um impacto gradual. Mas em 2017 o custo vai sentir-se na totalidade.
OE penaliza contas de 2017 em 1.200 milhões de euros
Bruno Simão/Negócios
Marta Moitinho Oliveira 10 de Fevereiro de 2016 às 00:01

O Governo fechou com Bruxelas o Orçamento do Estado para 2016, mas não afastou dificuldades para o curto prazo. É que as decisões tomadas para este ano comprometem o Orçamento de 2017. Contas feitas pelo Negó

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mais votado GabrielOrfaoGoncalves 10.02.2016

Após o Verão de 2016 Costa dá os primeiros sinais de compreender que o seu modelo é inexequível, aumenta impostos no projecto do OE 2017 de forma considerável e o PCP e o BE puxam-lhe o tapete e dizem que "não estão para apoiar aumentos de impostos aos reformados e à classe média". Costa fica a governar sem qualquer apoio - que não o do PS, claro - durante quase um ano. Mais tarde, em finais de 2017, com a apresentação do OE para 2018 o Governo de Costa cai (porque o orçamento é rejeitado por todos os partidos incluindo o PAN) e em seguida PSD CDS obtêm, em coligação, maioria absoluta na AR.
E a seguir aumentam eles impostos para pagar uma dívida que nunca parou de subir (excepto durante uns pequenos períodos de tempo a seguir a pagamentos avultados aos credores em que "a coisa fica mais aliviada").

Medidas de redução da despesa? Daquela despesa de que é exemplo o faqueiro alemão comprado em ajuste directo pelo inenarrável Ministro dos Negócios Estrangeiros? Nem uma medida!

Poupem, Portugueses e Portuguesas. Poupem porque virão aí tempos muito difíceis.

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GabrielOrfaoGoncalves 10.02.2016

Após o Verão de 2016 Costa dá os primeiros sinais de compreender que o seu modelo é inexequível, aumenta impostos no projecto do OE 2017 de forma considerável e o PCP e o BE puxam-lhe o tapete e dizem que "não estão para apoiar aumentos de impostos aos reformados e à classe média". Costa fica a governar sem qualquer apoio - que não o do PS, claro - durante quase um ano. Mais tarde, em finais de 2017, com a apresentação do OE para 2018 o Governo de Costa cai (porque o orçamento é rejeitado por todos os partidos incluindo o PAN) e em seguida PSD CDS obtêm, em coligação, maioria absoluta na AR.
E a seguir aumentam eles impostos para pagar uma dívida que nunca parou de subir (excepto durante uns pequenos períodos de tempo a seguir a pagamentos avultados aos credores em que "a coisa fica mais aliviada").

Medidas de redução da despesa? Daquela despesa de que é exemplo o faqueiro alemão comprado em ajuste directo pelo inenarrável Ministro dos Negócios Estrangeiros? Nem uma medida!

Poupem, Portugueses e Portuguesas. Poupem porque virão aí tempos muito difíceis.

surpreso1 09.02.2016

Em 2017 ,já serão outros

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