Função Pública Governo quer iniciar discussão da lei laboral até ao final do ano
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Governo quer iniciar discussão da lei laboral até ao final do ano

As questões laborais enquadram-se na “ambiciosa” agenda da concertação social para o segundo semestre. Combate à precariedade, dinamização da negociação colectiva e revisão do Fundo de Compensação do Trabalho estão em cima da mesa.
Governo quer iniciar discussão da lei laboral até ao final do ano
Bruno Simão/Negócios

O Governo tem rejeitado grande parte das propostas de alterações ao Código do Trabalho, mesmo nos caso em que são apresentadas pelos seus parceiros no Parlamento e que traduzem o Programa do Governo. De acordo com o secretá

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mais votado Anónimo Há 2 dias

Precisamos de combater o excedentarismo, a corrupção e demais despesismo, flexibilizar o mercado laboral, fomentar o mercado de capitais, moralizar o sistema de prestações sociais, e assim criar as condições para que a criação de valor na economia obedecendo às forças de mercado que correspondem às reais necessidades dos agentes económicos, assente na inovação disruptora e no empreendedorismo visionário, seja cada vez maior.

comentários mais recentes
Anónimo Há 2 dias

Em organizações públicas e privadas do mundo mais desenvolvido, no âmbito da gestão das organizações faz-se gestão de recursos humanos (GRH). Sem GRH, nem criação de valor ocorre nem elevação dos rendimentos de colaboradores não excedentários se dá, uma vez que os excedentários, por definição, limitam-se a extrair valor. Economias com GRH enriquecem e desenvolvem-se de forma sustentável. Ser excedentário não significa por si só que se seja criminoso ou mesmo incompetente. Ser excedentário é como estar na condição de desempregado mas a ser suportado por uma organização que emprega o desempregado. O desempregado e o excedentário são apenas uma oferta sem procura, e isso não é crime, crime é não fazer GRH. O desempregado, sem procura no mercado laboral onde oferece trabalho. O excedentário, sem procura numa dada organização empregadora que tem que o suportar prejudicando a persecução da sua missão, visão e propósito. Ambos são um problema do Estado de Bem-Estar Social e não do empregador.

Anónimo Há 2 dias

Portugal tem uma das economias da União Europeia mais prejudicadas pela rigidez do seu mercado laboral, flagelada assim pelo consequente e muito danoso excedentarismo. A par com a corrupção, alta de transparência e de integridade, muitas vezes directamente relacionada com esse mesmo excedentarismo e rigidez do mercado laboral, tudo o que é fracasso na economia portuguesa gira em torno desse flagelo a que muitos insistem em fazer vista grossa.

Anónimo Há 2 dias

Em países como a Alemanha o mercado laboral goza de bastante flexibilidade. Por isso as suas economias são mais ricas e as suas sociedades mais justas. Tomem-se como exemplo a Siemens ("Siemens AG plans to cut about 2,500 mostly German jobs in a bid to stay competitive amid falling demand in energy, mining and metals"), a Volkswagen ("VW to cut 3,000 office jobs in Germany by end 2017"), os caminhos de ferro Deutsche Bahn ("According to the plans about 5,000 jobs could go in the freight division alone. The state-owned company is working with consultancy McKinsey on the plans which are due to be finished by December and agreed by the supervisory board."), o Deutsche Bank ("The bank will close 200 branches in Germany -- with the loss of 4,000 jobs") e tantos outros nomes sonantes e menos sonantes do mundo das organizações germânico. Isto mostra-nos a importância de deixar funcionar os mercados de factores produtivos e de bens e serviços nas economias.

Anónimo Há 2 dias

O Jornal de Negócios que foque a sua atenção para os bons exemplos que nos chegam das sociedades e economias mais prósperas e avançadas:
Reino Unido, Primeiro Mundo (2015): "Job cuts to shrink civil service to 1940s size" https://www.thetimes.co.uk/article/job-cuts-to-shrink-civil-service-to-1940s-size-5blwv2z6qmd
EUA, Primeiro Mundo (2014): "The Federal Government Now Employs the Fewest People Since 1966" https://blogs.wsj.com/economics/2014/11/07/the-federal-government-now-employs-the-fewest-people-since-1966/
Austrália, Primeiro Mundo (2016): “The intention of this reform is to streamline administration and governance arrangements and consolidate government agencies, bodies, boards and committees,” www.dailytelegraph.com.au/news/nsw/treasurer-gladys-berejiklians-plan-for-public-service-job-cuts-to-streamline-departments/news-story/7c73fcba059e7f8ee8102112c9f63850

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