Função Pública Plano de rescisões para técnicos superiores do Estado começa a 20 de Janeiro

Plano de rescisões para técnicos superiores do Estado começa a 20 de Janeiro

O programa sobre rescisões por mútuo acordo para os técnicos superiores da administração pública vai entrar em vigor na próxima segunda-feira, 20 de Janeiro, uma semana após o que estava previsto, informou fonte sindical.
Plano de rescisões para técnicos superiores do Estado começa a 20 de Janeiro
Miguel Baltazar/Negócios
Negócios 14 de janeiro de 2014 às 20:40

"A entrada em vigor da portaria sobre as rescisões amigáveis para os técnicos superiores, que deveria ter começado vigorar no dia 13 de Janeiro, passou para dia 20 de Janeiro", disse o secretário-geral da Federação dos Sindicatos da Administração Pública (FESAP), Nobre dos Santos, aos jornalistas no final de uma reunião com o novo secretário de Estado da tutela.

 

Nobre dos Santos acrescentou que o governante prometeu enviar aos sindicatos dentro de 24 a 48 horas a última versão da portaria.

 

O sindicalista aconselhou os técnicos superiores que queiram aproveitar o programa de rescisões a pensarem bem face à actual situação do emprego e a consultarem os seus sindicatos antes de tomarem qualquer decisão.

 

A FESAP aproveitou ainda o encontro com o secretário de Estado da Administração Pública, José Leite Martins, para manifestar as suas preocupações relativamente à situação geral do sector e à redução das condições de trabalho dos funcionários públicos.

 

O novo programa de rescisões por mútuo acordo dirigido aos técnicos superiores e outras carreiras onde estão os funcionários mais qualificados do Estado deveria ter tido início esta segunda-feira, 13 de Janeiro.

 

Questionada sobre os motivos desse atraso, fonte oficial do Ministério das Finanças deu algumas explicações. A portaria "será publicada em breve", disse ao Negócios fonte oficial do ministério, justificando os motivos que levaram ao atraso: "O atraso deve-se à mudança de titular da pasta e à introdução de alterações à proposta inicialmente apresentada", acrescenta a mesma fonte. O Negócios perguntou quais as alterações que estão a ser equacionadas, mas não obteve resposta.

 

A proposta que em Dezembro foi discutida com os sindicatos previa que os funcionários que tenham até 50 anos recebam a título de compensação o equivalente a 1,25 salários e suplementos por cada ano trabalhado. Para quem tem entre 50 e 60 anos, a compensação que na altura foi proposta pelo Governo é mais baixa, sendo calculada com base num salário por cada ano trabalhado.




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mais votado A PT ESTÁ A MANDAR QUADROS PARA CASA COM 100% DO SALÁRIO E ASSIM FICAM ATÉ À IDADE DA REFORMA. A MAIORIA DELES ARRANJAM OUTROS EMPREGOS E ACUMULAM 100% DOS 2 SALÁRIOS. ALÉM DE SE REFORMAREM DA PT AOS 50 VÃO PARA O MERCADO ROUBAR OS POUCOS EMPREGOS. 14.01.2014

Onde está a convergência entre a FP e o Sector Privado??? Os FP só se Podem Reformar aos 67 Anos de Idade. E os que vão para a requalificação ficam apenas com 40% do salário que perdem se arranjarem outra fonte de rendimentos. A PT Manda quadros para casa aos 50 anos de idade com 100% do salário até à reforma. Esses quadros arranjam outros empregos e acumulam 100% de 2 salários roubando empregos aos desempregados. Muitos desses empregos no Estado.

Estes Sindicatos estão transformados num bando de frouxos!!! São incapazes de defender os trabalhadores nas negociações com o Governo. Não organizam qualquer protesto qualquer que sejam os cortes decididos pelo Governo.

comentários mais recentes
Helena 15.01.2014

Até quando este desgoverno vai continuar a matar a vida dos Portugueses? É bom que os Portugueses percebam para onde vamos a passos bem largos.Passos Coelho vai querer continuar este caminho de destruição.Vejam bem o que vão fazer nas próximas eleições. E não me venham dizer que sou comunista porque eu infelizmente até votei nisto.

Carlos 15.01.2014

Ao mesmo tempo que quer despedir, o Estado ao abrigo da MEDIDA CEI, está a admitir pessoal que está no desemprego aos quais paga € 80/mês mais € 4,27/dia de subsídio de almoço, ou seja € 165,40 por mês. Eu acho que os portugueses estão completamente perdidos e loucos ao aceitarem isto. Atenção que a escravatura vai-se alastrar a muitos milhões de portugueses.

silva 15.01.2014

o Tretas !! nesse tal tempo antes do 25 de abril de 1974,(talvez ainda fosses espermatozoide) entrei pra FP por concurso e com bacharelato pelo ISCAL alicenciatura foi tirada numa UNIv estatal e paguei propinas. não tenho passagens admnistrativas como tem o drurão barroso por expl. nem disciplinas ao domingo !!.. se o comentario era pra mim, vai brincar com quem te fez. os descontos não foram pra cgd, mas sim CGAposentações. e pago IRS para sustentar malandragem de portugal.

Façam isso 15.01.2014

Comparem com o que deram nas Empresas Públicas ou nos monopólios que na maioria não passam de ex Empresas Públicas criadas com DINHEIROS PÚBLICOS. Vejam o que deram aos estaleiros, à RTP e por aí fora. PUBLIQUEM ESSES VALORES.

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