Reforma do IRC Núncio: Prioridade era o IRC. Os outros impostos “poderão ser vistos no futuro”

Núncio: Prioridade era o IRC. Os outros impostos “poderão ser vistos no futuro”

O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais não se quis pronunciar sobre alterações ao IVA. A prioridade era a reforma do IRC. “Cada coisa a seu tempo”, afirmou Paulo Núncio.
Núncio: Prioridade era o IRC. Os outros impostos “poderão ser vistos no futuro”
Bruno Simão/Negócios
Sara Antunes 14 de outubro de 2013 às 16:40

No dia em que apresentou a reforma do IRC, Paulo Núncio foi confrontado pelos jornalistas com questões sobre a possível redução da taxa de IVA para a restauração. O secretário de Estado não se quis alongar sobre o assunto, referindo que a prioridade do Executivo era o IRC.

 

“Gostaria apenas de dizer que a prioridade foi a reforma do IRC. Tenho dito que a reforma fiscal do país se iniciaria com a reforma do IRC, estamos hoje a anunciar linhas gerais. O que gostaria de acrescentar é que cumprida esta reforma os outros impostos poderão ser revistos no futuro”, afirmou o responsável na conferência de imprensa.

 

“Cada coisa a seu tempo. Hoje é o IRC” porque é o imposto que tem mais impacto na economia e na criação de postos de trabalho, referiu.

 

“Tendo em conta a actual situação do país, era fundamental que [a reforma do IRC] fosse a primeira [a ser feita]. Concluída esta primeira etapa, os outros impostos serão tratados a seu devido tempo.”

 

As palavras do secretário de Estado parecem afastar alterações ao IVA na restauração no imediato. Esta tem sido uma das lutas do sector, que diz ser fundamental que a taxa de IVA na restauração, actualmente de 23%, seja reduzida para permitir salvar alguns negócios.




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