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Novo IRS trama pequenos senhorios

Senhorios de rendimentos modestos obrigados a pagar 28% sobre rendas e impedidos de deduzir despesas de saúde. Declaração bancária gera problema.
Novo IRS trama pequenos senhorios
Bruno Simão/Negócios
Elisabete Miranda 08 de maio de 2014 às 00:01

Maio é o mês dos senhorios entregarem a sua declaração de IRS mas, este ano, muitos deles estão a apanhar valentes sustos. Para pagarem o mesmo IRS que até aqui e escaparem à taxa de 28% entretanto

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mais votado Reflexões Há 2 semanas

Arrendar casa nos tempos que correm é uma aventura.
Primeiro: Uma percentagem grande dos inquilinos não tem condições para pagar a renda, tal como não tem condições para pagar a prestação da casa ao Banco. Como as pessoas não devem dormir na rua, aparecem os senhorios para os desenrascar. Pagam os dois primeiros meses ou um pouco mais, e depois começam os problemas. Esta é uma situação normal. Que o digam os milhares de senhorios. Gente revoltada com a sua situação financeira, apontam os Bancos e depois os senhorios como os grandes culpados da sua situação ao nível deste problema, ou seja, habitação. Os Bancos são os grandes culpados, por lhes terem emprestado dinheiro. Os senhorios são os grandes culpados pelas rendas que cobram. A solução ? Não pagar ao Banco e usufruir dum bem, ou no segundo caso, não pagar a renda. Assim, ficaria tudo bem. Só que, num lado não estão os diabos (Bancos e senhorios) e do outro os santos (inquilinos). Se existem pessoas em que a vida lhes pregou uma partida, existem outras, que não tiveram juízo ou não se quiserem sacrificar ( as poupanças exigem sacrifício), e por essa razão, estão a pagar a factura. É a lei da vida. Uma grande parte dos senhorios fizeram as suas poupanças e arranjaram algum dinheiro através de enormes sacrifícios, sobretudo emigrando para melhorar a sua vida.
Quanto à chamada exploração dos inquilinos pelos senhorios, aqui vão os contas rápidas:
1) O valor das rendas é encontrado no mercado de arrendamento
2) As rendas desceram bastante devido à crise e ao aumento da oferta diária de habitações para arrendar (veja-se os sites especializados)
3) Os impostos e os custos inerentes à propriedade subiram.
4) IRS 28%. IMI actualizado. Condomínio. Seguro.
5) Reparações e reposição de bens roubados dos apartamentos. Não fiquem espantados. Acontece a muita gente.
6) Riscos enormes para os senhorios que tentam cobrar a renda. Alguns já foram mortos. A justiça não funciona e a sociedade tornou-se violenta a todos os níveis e os senhorios são um alvo a bater para certa espécie de gente, porque são os tais "exploradores". Acham que a casa lhes pertence e não o senhorio, porque possuem chaves para dela usufruírem, mas na condição de pagarem. Não pagando, acham-se no direito de aí continuar a permanecer.
O último ponto: Acho bem que o Governo faça um levantamento sobre os senhorios, que em conclui com os inquilinos, fogem ao fisco. Os senhorios cumpridores são prejudicados. A taxa de 28% foi instituída pela pressão dos grandes senhorios, porque tinham taxas englobadas mais altas. Os pequenos senhorios, pelo contrário, só foram prejudicados. A solução, está em fazer as contas e ver se pode fazer o englobamento (juntando a outros rendimentos) e concluir que o deve fazer. Boas reflexões a todos. Não baixem o nível dos comentários, e sejam honestos e lembrem-se que os homens são parecidos uns com os outros e os seus comportamentos são circunstancias.

comentários mais recentes
Rendinhas 12.09.2014

Alugar casa não é negócio.
Uma casa comprada há meia dúzia de anos por 100.000€ anda com rendas de 400€ no dia de hoje. Mesmo a 500€, para se amortizar o investimento passam quase 2 décadas. Não é bom negócio.
Portanto, quem aluga e reclama, que compre, peça um empréstimo bancário e logo fica a saber quanto paga. E se não pagar, lixa-se. Arrendando e não pagando ainda se fica a rir.
Pelo que me toca, arrendo SEM papéis (quero lá saber!!) e na renda está incluída a água e a luz e o gaz. Evito não pagarem e eu levar com uma "pipa de despesa acumulada" e posso sempre mandar cortar tudo. Podem não pagar mas andam porquinhos e sem net. Luxos!

Anónimo 04.06.2014

nos bairros sociais não pagam ,pagamos todos nos

Artigo 72º Há 2 semanas

Observem os pontos 7 e 8 do artigo sobre o tema. O que o contribuinte tem que fazer é a declaração e pedir na mesma, que seja feito o englobamento dos seus rendimentos Prediais com os restantes. Se o não fizer, sujeita-se à taxa autónoma dos 28%.

Anónimo Há 2 semanas

Comprei o Jornal. 1,60 euros muito mal empregues. A notícia está cheia de inexactidões. Diz que a opção pelo englobamento se faz no quadro 5A quando é no 5B. Diz que a declaração deve ser emitida até 31 de Janeiro quando o que diz a lei é :
"o documento referido na alínea b) do n.º 1 apenas é emitido a solicitação expressa dos sujeitos passivos que pretendam optar pelo englobamento, a qual deve ser efectuada até 31 de Janeiro do ano seguinte àquele a que os rendimentos respeitam."
Portanto, o que é que deve ser efectuada até 31 de Janeiro? resposta: a solicitação.
Não me perguntem como é que as Finanças sabem se a declaração foi solicitada até 31 de Janeiro se a declaração por exemplo no meu caso foi emitida com data de 5 de Março de 2014 não fazendo referência à data em que a solicitei ao Banco, 13/01/2014. Diz ainda a notícia que as Finanças não aceitam declarações emitidas com data posterior a 31/01/2014, ou a notícia é falsa ou as Finanças não estão a cumprir a lei que só restrinje a data de pedido da declaração e não a data da sua emissão.

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