Justiça Fim dos processos em papel não é inconstitucional, diz Provedora de Justiça
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Fim dos processos em papel não é inconstitucional, diz Provedora de Justiça

Maria Lúcia Amaral contraria juízes e defende que as regras que obrigam a que os processos sejam tramitados de forma electrónica não violam a Constituição. A Provedora recusou avançar com pedido de fiscalização da constitucionalidade apresentado pelos magistrados.
Fim dos processos em papel não é inconstitucional, diz Provedora de Justiça
Inácio Rosa/Lusa
Filomena Lança 22 de agosto de 2018 às 22:15

A Provedora de Justiça defende que as regras que obrigam a que os processos sejam tramitados de forma electrónica não violam a Constituição. Maria Lúcia Amaral recusou avançar com o pedido de fiscalizaç

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