LEX Nove advogados portugueses recebem prémio em Madrid
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Nove advogados portugueses recebem prémio em Madrid

Português Tiago Ferreira de Matos, director jurídico da Odebrecht, distinguido como melhor advogado de empresa nos prémios internacionais “40 under Forty”.
João Maltez 27 de setembro de 2013 às 14:28

Nove juristas portugueses fazem parte do grupo restrito de 40 advogados distinguidos quinta-feira à noite, numa cerimónia realizada em Madrid, no âmbito da edição de 2013 da iniciativa bienal “40 under Forty Awards”, uma organização da revista especializada “Iberian Lawyer”.

 

Do grupo em apreço, escolhido por um júri internacional entre 250 candidatos,  fazem parte Tiago Ferreira de Matos, director jurídico da Odebrecht, que recebeu igualmente o prémio de melhor advogado de empresa a nível ibérico, e Nuno Castelão, responsável pela área de relações internacionais da sociedade Vieira de Almeida, a quem foi atribuído também o galardão “social contribution”, pelo seu envolvimento em iniciativas de responsabilidade social.

 

Os restantes juristas portugueses distinguidos são Luís dos Santos Martins, director jurídico da IBM Espanha; João Mattamouros Resende e Mariana Norton, da sociedade de advogados Cuatrecasas-Gonçalves Pereira; Miguel Spínola, da PLMJ; Paulo Bandeira, da SRS Advogados; Rafael Lucas Pires, da Serra Lopes Cortes Martins & Associados; e Sofia Martins, da Uría Menéndez-Proença de Carvalho.

 

O jurista espanhol Alejandro Osma, da “boutique” especializada Pérez-Llorca,  recebeu por seu turno o prémio de melhor advogado entre os “40 under forty” a trabalhar numa sociedade de advogados.

 

Os “40 under Forty Awards” são atribuídos de dois em dois anos e distinguem o trabalho de assessoria jurídica de 40 advogados de Portugal e de Espanha, cuja idade não ultrapasse os 40 anos. A escolha da lista final, que na edição de 2013 envolveu 250 candidatos, é da responsabilidade de um júri independente, composto por um painel de personalidades de vários países e ligadas à vida empresarial, académica e jurídica.

 

As escolhas do júri envolvem a avaliação de critérios restritos, onde pontuam o trabalho desenvolvido e as competências jurídicas; a capacidade de liderança e de gestão de equipas; bem como o envolvimento em acções de responsabilidade social ou ligação vida académica.