Mundo É melhor viver em Lisboa do que em Nova Iorque ou Tóquio

É melhor viver em Lisboa do que em Nova Iorque ou Tóquio

A capital portuguesa figura entre as 50 cidades com melhor qualidade de vida do mundo, à frente da exuberante Nova Iorque, da vizinha Madrid ou de Tóquio. Lisboa é a única cidade portuguesa neste ranking da Mercer.
Viena, na Áustria, lidera o ranking da Mercer pela sétima vez consecutiva. Zurich, na Suíça, ocupa a 2º posição. O país tem três cidades no Top 20 do ranking de qualidade de vida da Mercer. Auckland, na Nova Zelândia, ocupa a terceira posição. O país tem duas cidades no top 20 deste ranking. Munique, na Alemanha, está no 4º lugar do ranking. O país tem cinco cidades no Top 20 do ranking da Mercer. Vancouver, no Canadá, está 5º posição. O país tem três cidades neste top 20. Dusseldorf, na Alemanha, ocupa o 6º lugar. Frankfurt, na Alemanha, está na 7º posição. Genebra, na Suíça, ocupa a o 8º lugar. Copenhaga, capital da Dinamarca, está na 9ª posição. Sidney, na Austrália, no 10º lugar. O país tem duas cidades neste Top 20. Amesterdão, capital da Holanda ocupa o 11º lugar. Wellington, na Nova Zelândia, está na 12ª posição Berlim, capital da Alemanha, ocupa 13º lugar. Bern, na Suíça, está na 14ª posição. Toronto, no Canadá, está no 15º lugar. Melbourn, na Austrália, está na 16ª posição. Ottawa, no Canadá, está no 17º lugar. Hamburgo, na Alemanha, está 18º posição. Cidade do Luxemburgo, no Luxemburgo, ocupa o 19º lugar. Estocolmo, capital da Suécia, está na 20º posição deste ranking, que lista um total de 230 países.
Inês F. Alves 23 de Fevereiro de 2016 às 00:01

Lisboa ocupa a 42ª posição do ranking da Mercer que lista mais de 200 cidades do mundo consoante a qualidade de vida que oferecem. A capital portuguesa desce um lugar face a 2015, "contrariando a tendência de melhoria dos últimos anos", refere o comunicado enviado à imprensa.

Na 42ª posição, Lisboa é precedida pela cidade italiana de Milão e pela capital do Reino Unido, Londres; e seguida das cidades norte-americanas Chicago e Nova Iorque.

A Europa lidera este ranking da Mercer, com sete lugares no Top 10 desta listagem. Viena, na Áustria, permanece na liderança do ranking pelo sétimo ano consecutivo. Seguem-se as cidades Zurique (2º lugar) e Munique (4º lugar).

"Apesar dos recentes acontecimentos com impacto na segurança e na estabilidade social, e das preocupações económicas que voltam a ensombrar a economia, as cidades europeias continuam a oferecer os mais altos níveis de qualidade de vida a nível mundial, de acordo com o 18º estudo da Mercer - Quality of Living 2016", pode ler-se neste comunicado.

A fechar este ranking de 230 países estão Bangui, na República Centro-Africana, e Bagdad, no Iraque.

O estudo da Mercer, conduzido anualmente, visa "possibilitar que as empresas multinacionais e outros empregadores compensem os seus colaboradores de forma justa quando destacados em funções internacionais", diz este relatório.

"Assegurar que as necessidades dos expatriados e das suas famílias são correspondidas, independentemente do local onde são colocados, é uma parte essencial da retenção de talento e das estratégias de recrutamento para a maioria das multinacionais", refere Diogo Alarcão, "partner" da Mercer.

Um dos "factores-chave" para empresas e colaboradores é a segurança na cidade de destino, diz a Mercer, que identifica também quais as cidades mais e menos seguras no seu ranking de segurança pessoal, com base "na estabilidade interna, criminalidade, aplicação da lei local e na relação do país com outros".

Neste aspecto, Lisboa ocupa a 59ª posição, à frente de cidades como Milão ou Barcelona, mas atrás de Hong Kong ou de S. Francisco nos EUA.

As cidades europeias dominam igualmente "o topo do ranking de segurança pessoal", com o Luxemburgo a liderar a lista, seguido de Berna, Helsínquia e Zurique empatadas na 2ª posição.

Todavia, "algumas capitais-chave encontram-se em níveis algo baixos do ranking, já que muitas sofreram ataques terroristas ou passaram por instabilidades sociais nos últimos anos", nomeadamente, Paris (71º), Londres (72º), Madrid (84º) e Atenas (124º).

No caso da Atenas, o sentimento de insegurança deve-se ao "recente tumulto político e económico na Grécia, que resultou em manifestações violentas em Atenas e outras cidades do país".

Nenhuma cidade norte-americana se encontra no top 50 deste ranking de segurança pessoal, mas a maioria destas "permanecem suficientemente seguras para expatriados", refere o relatório.

"No que se refere à segurança pessoal, o ranking para as cidades asiáticas apresenta uma grande variação", sublinha o estudo, que lista Singapura na 8ª posição, sendo a melhor colocada desta região, seguida "por cinco cidades japonesas – Kobe, Nagoya, Osaka, Tóquio e Yokohama, empatadas em 32º lugar". A capital chinesa, Pequim, já se encontra na 97ª posição.

Em África e no Médio Oriente, são "poucas as cidades desta região que se encontram no top 100 em termos de segurança pessoal", excluindo Abu Dhabi (23ª posição), seguida de Muscat (29ª), Dubai (40ª), Port-Louis (59ª) e Doha (70ª).

As 20 cidades com melhor qualidade de vida são: Viena, Zurique, Auckland, Munique, Vancouver, Dusseldorf, Frankfurt, Genebra, Copenhaga, Sidney, Amesterdão, Wellington, Berlim, Berna, Toronto, Melbourn, Ottawa, Hambugo, Luxemburgo e Estocolmo.

As 20 cidades com melhores condições de segurança pessoal são: Luxemburgo, Berna, Helsínquia, Zurique, Viena, Genebra, Estocolmo, Singapura, Auckland, Wellington, Copenhaga, Dusseldorf, Frankfurt, Munique, Nuremberga, Amesterdão, Calgary, Montreal, Ottawa e Estugarda.

(Notícia corrigida às 09:14)



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Anónimo 23.02.2016

Pois é mas n é para todos é só para a elite e quem arrisca viver em tocas de rato a pagar rendas absurdas uma vida inteira. Já em Viena ou Munique quem vive fora fá-lo na grande maioria por opção pq preferem sosego ou ar puro De Já estive em Viena 1 semana em trabalho e é fantástica

saraiva14 23.02.2016

Então os senhores da Câmara de Lisboa gostam tanto de árvores e a Praça do Comércio é só cimento!?

José 23.02.2016

Zurique muda-se para a Alemanha e as empresas fogem para Santa Maria da Feira!

Anónimo 23.02.2016

Come que entao Zurique fica na Alemanha? Espero que o JN deixe de contratar analfabetos

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