Política Marcelo lembra que desde o início defendeu entrega de declarações no TC

Marcelo lembra que desde o início defendeu entrega de declarações no TC

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, lembrou hoje que sempre defendeu a necessidade de os gestores da Caixa Geral de Depósitos (CGD) entregarem as suas declarações de rendimentos e património no Tribunal Constitucional.
Marcelo lembra que desde o início defendeu entrega de declarações no TC
Bruno Simão
Lusa 17 de fevereiro de 2017 às 14:36

Um dia depois de ter dado por encerrada a polémica em torno da Caixa Geral de Depósitos, o chefe de Estado acabou por voltar ao assunto quando confrontado pelos jornalistas, em Braga, com o acórdão hoje publicado no 'site' Tribunal Constitucional, que notifica os ex-administradores do banco público que ainda não entregaram as declarações de rendimentos e património de que terão mesmo de fazê-lo.

 

"Às vezes, vale a pena ser teimoso, ter a mesma ideia do começo até ao fim ou, dito por outras palavras, ser professor de Direito Constitucional", acentuou o chefe de Estado à margem do 43.o aniversário da Universidade do Minho.

 

O Tribunal Constitucional decidiu por unanimidade que os ex-administradores da CGD que ainda não entregaram as declarações de rendimentos e património vão mesmo ter de o fazer, segundo o acórdão daquele tribunal conhecido hoje.

 

Marcelo voltou a comentar matérias relacionadas com o banco público, um dia depois de ter posto um ponto final na questão.

 

"É muito simples. É um caso encerrado, ponto final, parágrafo, é um caso que está encerrado, agora olhemos para o futuro e no futuro temos muito para tratar em relação à recapitalização da caixa, como já disse. Em relação ao passado, terminou. O Presidente, o que tinha a dizer, está dito, não muda uma linha, não muda uma vírgula, não acrescenta uma vírgula, está dito", frisou o chefe de Estado na quinta-feira.

 

Apesar de o Presidente e o primeiro-ministro terem dado por encerrada na quinta-feira a controvérsia em torno da negociação entre o ministro das Finanças, Mário Centeno, e o anterior presidente da CGD, António Domingues, o assunto continuou hoje na ordem do dia.

 

O PSD e o CDS-PP avançaram com um pedido obrigatório de constituição de uma comissão parlamentar de inquérito para analisar as trocas de comunicações entre Centeno e António Domingues com vista à entrada deste gestor para a presidência da CGD, um dia depois de a esquerda parlamentar ter recusado fazer essa apreciação na comissão de inquérito à gestão da Caixa que está já constituída.


A sua opinião1
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Conselheiro de Trump 17.02.2017

Um gato tem 7 vidas e este selfie banana tem 7 CARAS.COBARDE,crianca,perigoso,traidor.Nao cria nada,parece o passaro vai ovar no ninho dos outros.Torna-se indeferente ao q designada/ as pessoas pensam de si.Lev 1 murro no estamago,de seguida vem assaciar o protagonista com o aeroporto orca apassarad

pub
pub
pub
pub