Política Os 100 dias de Costa no Governo em imagens

Os 100 dias de Costa no Governo em imagens

Em pouco mais de três meses aconteceu de tudo um pouco ao Governo do PS apoiado pelas esquerdas, incluindo novo Presidente, o colapso de um banco, negociações orçamentais e choques com Bruxelas. São imagens que marcam o arranque de um dos governos mais improváveis dos últimos anos.
Negócios 05 de Março de 2016 às 09:00

O Governo de António Costa tomou posse a 26 de Novembro de 2015, quase dois meses após as eleições realizadas 4 de Outubro, contando com o apoio parlamentar do PS, mas também do Bloco de Esquerda e do PCP, um cenário considerado improvável pelos analistas antes das eleições. Um dia após a posse, o Governo reuniu-se pela primeira vez em Conselho de Ministros, com António Costa à cabeça e Augusto Santos Silva como número dois. Três dias após a tomada de posse como primeiro-ministro, António Costa estreou-se em Bruxelas numa cimeira UE-Turquia sobre migrações, à margem da qual reafirmou o "óbvio" compromisso de Portugal com a UE e as suas regras.     O programa de Governo foi debatido no Parlamento a 2 e 3 de Dezembro e mereceu o apoio de PS, PCP, Bloco e Verdes, que chumbaram a moção de rejeição apresentada pelo PSD e CDS. PAN absteve-se. O programa de Governo debatido no Parlamento a 2 de 3 de Dezembro promete virar a página da austeridade. Este é um compromisso que tem vindo a ser repetido pelo Executivo e a ser confrontado com a necessidade de continuar a reduzir o défice orçamental. A 10 de Dezembro o Governo levou aos parceiros sociais a proposta de aumentar o salário mínimo nacional para 530 euros, tal como previsto no programa de Governo. Esse foi o valor aprovado entretanto. António Costa estreou-se nos debates quinzenais a 16 de Dezembro de 2015 tendo escolhido como tema a "reposição de rendimentos". Debate ficou no entanto marcado pela polémica em torno do Banif e o papel do Banco de Portugal como supervisor.   A 1 de Janeiro deste ano passaram 30 anos sobre a adesão de Portugal à CEE. A comemoração ocorreu em Lisboa a 8 de Janeiro. António Costa recebeu a 22 de Janeiro Paddy Cosgrave, o fundador da Web Summit, o maior evento de tecnologia e inovação da Europa que, este ano, será realizada pela primeira vez em Lisboa. Marcelo Rebelo de Sousa ganhou as eleições presidenciais a 24 de Janeiro e quatro dias depois, a 28 de Janeiro, jantou a sós com António Costa no Palácio de São Bento. "Olá senhor Presidente da República eleito", foi a primeira frase de Costa para Marcelo. António Costa visitou Angela Merkel na Alemanha a 5 de Fevereiro, com a crise de refugiados na agenda. No mesmo dia que em Lisboa o Orçamento foi entregue no Parlamento, o primeiro-ministro português garantiu: "Não vim incomodar a sra. Merkel com o OE português, ela tem o dela para se preocupar". A 6 de Fevereiro o Governo chegou a acordo com Atlantic Gateway para reverter a privatização da TAP decidida nos últimos dias do anterior Executivo. Estado passa a ter 50% da empresa e direito de veto. António Costa recebeu os representantes das confederações patronais a 9 de Fevereiro, dia de Carnaval, com a proposta de Orçamento do Estado na agenda. Juncker recebeu Costa em Bruxelas a 18 de Fevereiro antes de um Conselho Europeu. Portugal tem estado a desafiar as regras orçamentais europeias, ao mesmo tempo que repete que quer cumprir com todas elas. O Orçamento do Estado foi a debate no Parlamento a 22 e 23 de Fevereiro, tendo sido aprovado na generalidade a 23. O debate na especialidade prolongou-se pelas semanas seguintes. A aprovação final global está prevista para 16 de Março. António Costa fechou os trabalhos das jornadas da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares (AHRESP), sublinhando a decisão do Governo de privilegiar a redução do IVA na restauração.   O Governo convidou Cavaco Silva para presidir ao último Conselho de Ministros enquanto este ainda ocupava a Presidência da República e Cavaco Silva aceitou. A 3 de Março analisaram os desafios e oportunidades da economia do mar.




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comentários mais recentes
Anónimo 22.09.2016


PS . BE . PCP - ESTRAGAM A VIDA A 9 MILHÕES DE PORTUGUESES

Para dar mais privilégios a 1 milhão de FP e seus pensionistas.

Anónimo 05.03.2016

Quando um governo de 18 cabecas(de gado) era necessario para uma populacao de 100.000.000 de habitatantes e ele ocupa-se com um decimo dessa populacao,parece estar tudo dito.CABECA DE BOI NUM CORPO DE RATO.

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