Eleições Assunção Cristas: "A Segurança Social é sustentável. Não paga é pensões"
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Assunção Cristas: "A Segurança Social é sustentável. Não paga é pensões"

Expressões como falência ou insustentabilidade da Segurança Social passaram à história. Assunção Cristas, em entrevista ao Negócios, muda a agulha e coloca a ênfase na adequação: o valor das pensões.
Assunção Cristas: "A Segurança Social é sustentável. Não paga é pensões"
Miguel Baltazar

Expressões como falência ou insustentabilidade da Segurança Social passaram à história. Assunção Cristas muda a agulha e coloca a ênfase na adequação: o valor das pensões.

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mais votado JCG Há 1 semana

As bases em que estas questões são colocadas são tão rascas, tão infantis que até faz doer o peito.

Vejamos: as contribuições (TSU) são entregues à SS mas a SS é um organismo do Estado e é o Estado que o gere, não são os cidadãos que fazem as contribuições.

Logo, o trabalhador/ contribuinte tem o DIREITO a receber quando chegar a altura uma pensão de reforma equivalente em termos financeiros às contribuições que realizou na parte específica destinada a financiar a pensão de reforma (as pensões de reforma devem começar a ser calculadas pelo método atuarial).

Tal como quando um cidadão faz um depósito num banco não fica depois a olhar para aquilo que o banco faz com esse dinheiro - se o deposita na caixa forte ou se o empresta a outro cliente - o DIREITO do depositante é o de ter o dinheiro de volta nas condições acordadas com o banco.

E o Estado tem o DEVER de assegurar o equilíbrio/ financiamento da tesouraria da SS, da forma que for necessária e atendendo ao possível, para que esta possa pagar as pensões devidas.

Mas para que tudo isto funcione É PRECISO QUE HAJA ECONOMIA. Pelo menos que o PIB por habitante não caia. Havendo economia, haverá condições para pagar as pensões. Será uma questão de distribuição/ repartição da riqueza criada anualmente.


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JCG Há 1 semana

As bases em que estas questões são colocadas são tão rascas, tão infantis que até faz doer o peito.

Vejamos: as contribuições (TSU) são entregues à SS mas a SS é um organismo do Estado e é o Estado que o gere, não são os cidadãos que fazem as contribuições.

Logo, o trabalhador/ contribuinte tem o DIREITO a receber quando chegar a altura uma pensão de reforma equivalente em termos financeiros às contribuições que realizou na parte específica destinada a financiar a pensão de reforma (as pensões de reforma devem começar a ser calculadas pelo método atuarial).

Tal como quando um cidadão faz um depósito num banco não fica depois a olhar para aquilo que o banco faz com esse dinheiro - se o deposita na caixa forte ou se o empresta a outro cliente - o DIREITO do depositante é o de ter o dinheiro de volta nas condições acordadas com o banco.

E o Estado tem o DEVER de assegurar o equilíbrio/ financiamento da tesouraria da SS, da forma que for necessária e atendendo ao possível, para que esta possa pagar as pensões devidas.

Mas para que tudo isto funcione É PRECISO QUE HAJA ECONOMIA. Pelo menos que o PIB por habitante não caia. Havendo economia, haverá condições para pagar as pensões. Será uma questão de distribuição/ repartição da riqueza criada anualmente.


Anónimo Há 1 semana

A raposa velha que está na segurança social diz que há excedentes na Segurança Social, mas do que ele diz muito pouco coincide com a verdade. Aliás, é ele o único na Europa a dizer que não é preciso reformar a Seg Social. Quem ainda não tem pensão sabemos que já está tramado e os outros para quem a presidente da APRE garantiu pensões douradas que se cuidem. É que quando der o estoiro também dará para esses. Bem pode o velho esganiçar-se.

Camponio da beira Há 1 semana

Isso é a mesma coisa que dizer que uma determinada empresa é viavel se não poagar aos funcionaroios e fornecedores.Ou não paga pensões, para poderem pagar mais na Caixa geral de aposentaçãoes?

Anónimo Há 1 semana

Anónimo 23:46,
Voçê é que é burro como um cepo. Ou diz mal porque necessita de dizer algo. É fácil de entender..

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