Automóvel Indústria automóvel prevê crescimento modesto para 2016

Indústria automóvel prevê crescimento modesto para 2016

A indústria automóvel prevê um pequeno crescimento nas vendas de veículos na Europa para 2016. O presidente da ACEA (European Automobile Manufacturers Association) estima que as vendas cresçam apenas 2%.
Indústria automóvel prevê crescimento modesto para 2016
André Vinagre 21 de janeiro de 2016 às 13:35

As vendas de automóveis na Europa deverão aumentar apenas 2% em 2016 face ao ano passado, disse o presidente da ACEA, Dieter Zetsche, esta quinta-feira, 21 de Janeiro.

 

Através de um comunicado, o presidente da associação automóvel refere que, apesar do crescimento de 9,3% nas vendas de automóveis no ano de 2015 relativamente ao ano anterior, este ano deverá ficar aquém deste valor, com um crescimento de 2%. 

"Esperamos que as vendas aumentem cerca de 2%, chegando aproximadamente às 14 milhões de unidades vendidas", refere Dieter Zetsche, antecipando para 2016 "um aumento das vendas muito mais modesto para automóveis de passageiros e comerciais".

 

Em 2015, a organização da indústria automóvel refere que existiu um aumento de 9,3% comparativamente a 2014. Portugal acompanhou esta tendência e registou um aumento na venda de automóveis de 24% em 2015 face ao ano anterior.

 

Em Portugal, no total foram vendidas 231.645 unidades, entre ligeiros de passageiros, comerciais e pesados, segundo os dados divulgados a 4 de Janeiro pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP).

 

O presidente da ACEA, que representa as 15 maiores fabricantes automóveis na Europa, diz que, depois da crise de 2008, "o mercado automóvel está a mover-se na direcção certa outra vez". "Isto é um grande progresso, mas ainda estamos bem abaixo do nível que se registava antes da crise, em 2007, de 15,5 milhões de carros".

 

Dieter Zetsche pediu ainda o apoio político para a indústria: "Precisamos que os partidos políticos continuem a apoiar os princípios do comércio livre. A indústria automóvel, assim como todas as indústrias europeias, precisam de um ambiente sem barreiras para prosperar".




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