Automóvel Musk: O último ano “foi o mais doloroso da minha carreira”

Musk: O último ano “foi o mais doloroso da minha carreira”

Elon Musk deu uma entrevista ao New York Times, onde admite que o último ano tem sido pesado, com implicações até ao nível da sua saúde.
Musk: O último ano “foi o mais doloroso da minha carreira”
Reuters
Sara Antunes 17 de agosto de 2018 às 08:52

"Este último ano tem sido o mais difícil e doloroso da minha carreira", admitiu Elon Musk numa entrevista emotiva, de acordo com a imprensa internacional, ao New York Times.

Os últimos tempos têm sido conturbados. Desde a pressão para conseguir aumentar a produção da Tesla, para cumprir as metas com que se comprometeu, até ao mais recente episódio polémico sobre a retirada da empresa de bolsa da Tesla.

 

E exemplificou, no dia em que comemorou 47 anos de vida – a 28 de Junho – trabalhou 24 horas, tendo viajado directamente para o casamento do seu irmão. Chegou duas horas antes da cerimónia e regressou imediatamente após o fim da mesma.

 

Nesta entrevista, o líder da Tesla afirmou que tem trabalhado mais de 120 horas por semana o que fez com que a sua saúde "não esteja fantástica" e provocando a preocupação dos seus amigos.

 

Elon Musk queixou-se ainda dos investidores que pressionaram as acções da Tesla, apostando na queda dos títulos, tendo provocado "alguns meses de tortura extrema".

 

"Pensava que o pior tinha acabado", mas "do ponto de vista pessoal, o pior ainda está por vir", afirmou.

 

A entrevista foi concedida numa altura em que Elon Musk está sob todos os holofotes. Depois de ter anunciado, através do Twitter, a intenção de retirar a Tesla de bolsa, a 420 dólares por acção, o líder da fabricante de automóveis está sob investigação por parte dos reguladores.




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