Banca & Finanças BCP vai reduzir 250 trabalhadores por ano até meados de 2017

BCP vai reduzir 250 trabalhadores por ano até meados de 2017

Estes cortes de pessoal corresponderão, sobretudo, a “saídas naturais de colaboradores que não serão substituídos”, explicou Nuno Amado no Parlamento.
BCP vai reduzir 250 trabalhadores por ano até meados de 2017
Maria João Gago 01 de fevereiro de 2013 às 20:27

O plano de capital do BCP prevê que além das quase mil pessoas que saíram do banco em 2012, possam sair entre 200 a 250 trabalhadores ao ano enquanto durar o plano de apoio público, que termina no final do primeiro semestre de 2017.


“O BCP tem uma estrutura maior do que a que deve ter”, reconheceu Nuno Amado no Parlamento, adiantando que o banco pretende reduzir o quadro de pessoal em 200 a 250 pessoas por ano até meados de 2017, ou seja, até ao fim do apoio do Estado.

 

Estes cortes de pessoal corresponderão, sobretudo, a “saídas naturais de colaboradores que não serão substituídos”, explicou o banqueiro.

 

No ano passado, saíram do banco 970 pessoas, por rescisões amigáveis, pré-reformas e aposentações naturais. O banco "fez, na totalidade, 620 rescisões amigáveis. Umas foram induzidas por nós e outras de pessoas que tinham outras alternativas de vida".

 

As restantes saíram no último trimestre na sequência do programa de rescisões amigáveis, pré-reformas e aposentações naturais levado a cabo pela gestão de Amado.

Num ano o BCP cumpriu o objectivo traçado para 2012 e 2013, que previa a redução de mil postos de trabalho.

 

O banco prevê ainda encerrar mais 50 balcões este ano.


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mais votado Carlos Sousa 01.02.2013

A receita do Passos é a mesma, mandar para o olho da rua as pessoas que trabalham, para que os privilegiados continuem a ter o que sempre tiveram.

comentários mais recentes
isabel 03.02.2013

O Carlos Sousa não sabe do q fala, alguns dos que sairam eram directores gerais....

Rui 03.02.2013

Não consigo perceber a motivação de quem deseja o desemprego para os outros. Mas, nos tempos que correm, este sentimento não é novo. Constata-se quando se insultam os já desempregados de serem preguiçosos, os RSI de serem parasitas, etc. De facto, há, nestes casos, muitas fraudes de permeio - que deveriam ser punidas - mas a maior parte está mesmo mal e isso não é novidade nenhuma. Para mim o mal maior de Portugal é a corrupção e a falta do castigo correspondente. Tudo o resto se comporia se este problema fosse debelado e nunca a situação melhorará enquanto tal não acontecer.

Anonimo 03.02.2013

Ena...ena...Tantos bancários que pensavam ser Banqueiros !!!...Quantos de vós tratavam os clientes(principalmente os mais frágeis)abaixo de cão...cheios de arrogãncia e prepotência ???...heimm ??...Agora como a pimenta chegou-vos ao Cu....já vêm os Agiotas e Abutres da banca com outros olhos....aguentem...aguentem...caso não se sintam bem,podem sempre ir para SEM ABRIGO e viver debaixo da ponte.(não sejam PIEGAS)...!!!

mariana 03.02.2013

Depois do assalto do Sócrates-fujão, do Armando Vara e dos Santos Ferreira ao BCP (com apoio do Manuel Fino, Berardo, Teixeira Duarte, reguladores...), continua a destruição do maior banco de Portugal...

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