Banca & Finanças CGD corta estrutura e vende sede do CaixaBI
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CGD corta estrutura e vende sede do CaixaBI

Os quadros do CaixaBI são dos principais alvos do programa de redução de trabalhadores da CGD. O banco de investimento deixou de ter uma sede autónoma. Edifício vai ser vendido.
CGD corta estrutura e vende sede do CaixaBI
Miguel Baltazar/Negócios
Maria João Gago 18 de julho de 2017 às 00:01

O Caixa Banco de Investimento vai ser um dos principais alvos do programa de redução de trabalhadores que a Caixa Geral de Depósitos tem em marcha. No CaixaBI o processo de reformas antecipadas e rescisões por mútuo

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mais votado Anónimo Há 2 dias

O Jornal de Negócios, enquanto órgão de informação económica com notabilidade a nível nacional, que insista na pedagogia e no esclarecimento cabal em relação ás inevitáveis transformações urgentes que se impõem nas economias mais avançadas, às quais a portuguesa, por mais capturada e mal orientada que se afigure, não estará imune se quiser permanecer no chamado Primeiro Mundo. Na Holanda as organizações não dão guarida ao excedentarismo sindicalizado de carreira que atrasa o mais económico e eficiente progresso tecnológico, obstaculiza a justiça social, impede a sustentabilidade do Estado e enfraquece a economia por via do entorpecimento do empreendedorismo, do investimento reprodutivo e da capacidade de inovação. "Fewer people and more technology – that is the plan just announced by ING. The largest financial services company in the Netherlands is getting rid of 7,000 positions." http://www.euronews.com/2016/10/03/netherlands-bank-ing-to-cut-7000-jobs-in-digital-quest

comentários mais recentes
Anónimo Há 2 dias

É notícia encomendada. Não há despedimentos disse Centeno, mas há assédio, pressões, ameaças, conversas impróprias, situações vexatórias, constrangedoras e humilhantes, para desestabilizar emocionalmente, ofender, ridicularizar, inferiorizar, amedrontar e punir trabalhadores e BE e PCP nada comentam

Anónimo Há 2 dias

Espera-se que Paulo Macedo não siga o exemplo de outros que entraram como leões e saíram como sendeiros. Já que parece animado da intenção de cortar a direito, então que além do seu bem intencionado zelo se manifestar em reduzir os excedentários da Caixa, se preocupe também em reduzir e disciplinar o número de administradores nas empresas satélites, evitando que haja quem possa conduzir por fora lucrativas atividades independentes, gozando do prestígio de ser um administrador do Grupo Caixa, e depois, por dentro, recorra à verba alocada para empréstimos aos trabalhadores mais necessitados para…pagar o IRS dessas atividades extra-Caixa !!!

Anónimo Há 2 dias

Sou obrigado a pagar através de comissões, contribuições e impostos o nível de vida passado, actual e futuro de 2200 assalariados da CGD que não são lá precisos para nada. O sindicato deles, o Sindicato Bancário do Sul e Ilhas (SBSI), já analisou os termos oferecidos pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) no programa de “Revogações por Mútuo Acordo”, divulgado na última semana de Junho aos trabalhadores do grupo público. E a sentença é negativa: “As condições propostas aos trabalhadores ficam aquém das expectativas.” E agora pergunto eu, quem regula e supervisiona estas criaturas? As do escândalo CGD e de outros escândalos semelhantes. Há muitos casos destes nas organizações portuguesas. Tem sido o pão nosso de cada dia. Queriam continuar a dar-me deste pão que o diabo amassou?

Anónimo Há 2 dias

Em organizações públicas e privadas do mundo mais desenvolvido, no âmbito da gestão das organizações faz-se gestão de recursos humanos (GRH). Sem GRH, nem criação de valor ocorre nem elevação dos rendimentos de colaboradores não excedentários se dá, uma vez que os excedentários, por definição, limitam-se a extrair valor. Economias com GRH enriquecem e desenvolvem-se de forma sustentável. Ser excedentário não significa por si só que se seja criminoso ou mesmo incompetente. Ser excedentário é como estar na condição de desempregado mas a ser suportado por uma organização que emprega o desempregado. O desempregado e o excedentário são apenas uma oferta sem procura, e isso não é crime, crime é não fazer GRH. O desempregado, sem procura no mercado laboral onde oferece trabalho. O excedentário, sem procura numa dada organização empregadora que tem que o suportar prejudicando a persecução da sua missão, visão e propósito. Ambos são um problema do Estado de Bem-Estar Social e não do empregador.

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