Negócios num minuto  Como é que a CGD vai cortar 650 trabalhadores este ano?

Como é que a CGD vai cortar 650 trabalhadores este ano?

A CGD vai cortar 650 postos de trabalho este ano. Perceba de que forma é o banco liderado por Paulo Macedo vai concretizar esta medida prevista no plano de reestruturação.
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Negócios 22 de agosto de 2017 às 16:53



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mais votado Anónimo Há 2 dias

Em organizações públicas e privadas do mundo mais desenvolvido, no âmbito da gestão das organizações faz-se gestão de recursos humanos (GRH). Sem GRH, nem criação de valor ocorre nem elevação dos rendimentos de colaboradores não excedentários se dá, uma vez que os excedentários, por definição, limitam-se a extrair valor. Economias com GRH enriquecem e desenvolvem-se de forma sustentável. Ser excedentário não significa por si só que se seja criminoso ou mesmo incompetente. Ser excedentário é como estar na condição de desempregado mas a ser suportado por uma organização que emprega o desempregado. O desempregado e o excedentário são apenas uma oferta sem procura, e isso não é crime, crime é não fazer GRH. O desempregado, sem procura no mercado laboral onde oferece trabalho. O excedentário, sem procura numa dada organização empregadora que tem que o suportar prejudicando a persecução da sua missão, visão e propósito. Ambos são um problema do Estado de Bem-Estar Social e não do empregador.

comentários mais recentes
Anónimo Há 1 dia

Em Poortugal não havia excedentários... pois.

Anónimo Há 2 dias

Escusado será dizer que os sindicalistas não concordam. E também querem aumentos porque acham que andam a oferecer trabalho muito abaixo do seu preço de mercado. Alguns até defendem convictamente que têm andado a trabalhar literalmente de graça. Por outras palavras, querem que eu lhes pague mais nas facturas, nas contribuições e nos impostos. Não, obrigado.

Vox populi Há 2 dias

A Caixa é o Banco de que todos os Portugueses são acionistas e de que mais de 60% são clientes. Para a CGD não dar biliões de prejuízo e os Portugueses terem de pagar à sorrelfa a fatura nos impostos, a CGD tem de estancar a hemorragia de prejuízos únicos nos seus perto de 160 anos de história.Pode fazê-lo reduzindo despesas e/ou aumentando receitas.Até agora só se ouviu falar em diminuir despesas (reduzir trabalhadores e fechar balcões) e carregar nas comissões aos clientes.Faço votos para que, apelando ao que de melhor a CGD tem - o profissionalismo dos seus colaboradores – a velha Caixa de todos nós entre a seguir numa nova fase: criar melhores produtos para os seus clientes, competindo ombro a ombro em termos de qualidade e preço com os seus pares nacionais e internacionais.Para corrigir erros quiçá criminosos do passado, pode não se poder evitar a via negativa de contenção de despesas.Mas para rumar ao futuro, o caminho positivo será o do aumento da oferta/qualidade de produtos

A um ex-funcionário... Há 2 dias

Amigo ex-funcionário: o que define a grande maioria dos funcionários da Caixa não é a possibilidade de uma reforma antecipada a 7 anos, o tempo e dinheiro para ir de féria. É a recordação de atender clientes às vezes pela noite dentro e nas agências espalhadas pelo país fora, ouvir a angústia dos seus problemas e tentar ajudá-los o melhor possível, muitas vezes com escassas possibilidades de o fazer.É de fato, como diz o Banco de Portugal, ser consultor financeiro efetivo da maior parte da população portuguesa e na medida do possível tentar aconselhá-la no melhor sentido para construir o seu futuro, o futuro dos filhos, o futuro do país. A Caixa tem muitos defeitos e vícios, a necessidade de ser profundamente saneada e progredir no caminho que os seus melhores concorrentes já seguem .Mas é impossível subestimar ou esquecer a sua ligação ao Povo Português, e só se espera que a próxima geração de funcionários da Caixa continue essa ligação e deixe de fato uma Caixa melhor do que a atual

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