Banca & Finanças Só o BPI paga mais que a Caixa nas rescisões amigáveis
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Só o BPI paga mais que a Caixa nas rescisões amigáveis

As indemnizações que a CGD pretende pagar aos seus trabalhadores para reduzir o quadro de pessoal são das melhores praticadas no sector bancário nos últimos anos. Apenas o BPI ofereceu valores mais elevados.
Só o BPI paga mais que a Caixa nas rescisões amigáveis
Miguel Baltazar
Maria João Gago 19 de junho de 2017 às 00:01

As condições de rescisão amigável que a Caixa Geral de Depósitos pretende propor aos seus trabalhadores para conseguir reduzir o quadro de pessoal são das melhores praticadas no sector bancário nos ú)

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mais votado Anónimo Há 4 semanas

Bom, em rigor falam de rescisões efectivas do contrato de trabalho, ou seja, o trabalhador vai pura e simplesmente para o desemprego até atingir a idade legal e normal de reforma ou (e parece que é o que acontece na banca) esses trabalhadores vão directamente para a reforma ou pré-reforma e em muitos casos com a pensão de reforma por inteiro pela tabela dos bancários (bastam 35 anos de banca) e, além disso, os bancos pagam-lhes mais as referidas "indemnizações" para eles irem contentes para casa (com os bolsos bem recheados) e ainda mais, consta, "arranjam" uns atestados médicos de invalidez para que essas "indemnizações" não sejam tributadas em IRS?
Convinha que jornais como este que se dizem especializados em temas da economia e gestão aprofundassem com olhos de ver estas coisas e não se limitassem a fazer de papagaios.
No caso da CGD, é no mínimo estranho que ultrapassando a lei geral - código do trabalho - tenham uma política de mãos (bem) largas à custa dos contribuintes.

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Anónimo Há 4 semanas

Bom, em rigor falam de rescisões efectivas do contrato de trabalho, ou seja, o trabalhador vai pura e simplesmente para o desemprego até atingir a idade legal e normal de reforma ou (e parece que é o que acontece na banca) esses trabalhadores vão directamente para a reforma ou pré-reforma e em muitos casos com a pensão de reforma por inteiro pela tabela dos bancários (bastam 35 anos de banca) e, além disso, os bancos pagam-lhes mais as referidas "indemnizações" para eles irem contentes para casa (com os bolsos bem recheados) e ainda mais, consta, "arranjam" uns atestados médicos de invalidez para que essas "indemnizações" não sejam tributadas em IRS?
Convinha que jornais como este que se dizem especializados em temas da economia e gestão aprofundassem com olhos de ver estas coisas e não se limitassem a fazer de papagaios.
No caso da CGD, é no mínimo estranho que ultrapassando a lei geral - código do trabalho - tenham uma política de mãos (bem) largas à custa dos contribuintes.

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