Construção Sector da construção em Portugal regista a maior queda da União Europeia

Sector da construção em Portugal regista a maior queda da União Europeia

A produção no sector da construção português acentuou a tendência negativa dos últimos meses. O sector registou em Fevereiro uma queda homóloga de 20,9%, a maior da União Europeia.
Sector da construção em Portugal regista a maior queda da União Europeia
Ana Luísa Marques 17 de Abril de 2013 às 10:24

A produção no sector da construção em Portugal registou no mês de Fevereiro uma queda homóloga de 20,9%, revelam os números do Eurostat divulgados esta quarta-feira, 17 de Abril.

 

Esta foi a maior queda entre os Estados-membros da União Europeia e segue-se a uma quebra de 20,5% no primeiro mês do ano. O sector está em queda há, pelo menos, seis meses consecutivas, tendo sempre ao longo deste período registado quedas superiores a 18%.

 

A queda registada em Portugal foi não só a maior, como ficou bem acima das registadas em outros Estados-membros. A segunda maior queda, por exemplo, foi registada na Polónia e foi de 13,1%. Na Eslovénia, onde a produção caiu 21,4% em Janeiro, a quebra foi de 11,3%.

 

Entre os 27 Estados-membros, para os quais existem dados referentes a Fevereiro de 2013, a produção na construção subiu em seis e caiu em oito. As maiores subidas registaram-se na França (8,7%), Bulgária (7,8%), Hungria (7,1%) e Alemanha (6,2%).

 

No conjunto da União Europeia o sector registou uma quebra homóloga de 1,1%, enquanto na Zona Euro recuperou de cinco meses consecutivos em queda com uma ligeira subida de 0,8%.

  

(Notícia actualizada às 10h59)




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mais votado e é assim que tem que ser. 17.04.2013

não se constroi só para abrir e fechar buracos, já temos divida que chegue no país para o afundar por 4 gerações. E se uma teixeira duarte ou soares da costa tiverem que fechar, que podemos fazer? Não é ligá-la ao credito artificial. A mota infelizmente está bem recheada de PPPs milionárias do Estado falido, antes de falir a mota fecha portugal as port as primeiro, ninguém vai preso e nós pagamos o espectaculo... os pequenos, tem que mudar de vida ou ir lá para fora.

comentários mais recentes
paulo Mendes 20.04.2013

pois eu aprendi no primeiro ano, no primeiro trimeste de introdução à economia que a forma de injectar dinheiro numa economia falida é precisamente pôr pessoas a abrir buracos e outras a tapá-los. O da frente ganha dinheiro e vai gastá-lo o detrás faz o mesmo e só esperar pelo efeito bola de neve que isso trás. Se, quando o retorno desse investimento passa pelo estado é desviado para as ppps, favores às empresas amigas que hão-de colocar parte desse dinheiro em off-shores em contas dos politicos, é outra história, mas que é precisamente assim que se estimula a economia É!

MESTRE TROLHA 17.04.2013

O FULANO QUE ESTÁ A ASSENTAR TIJOLO BURRO, AINDA É MAIS BURRO QUE O TIJOLO!!

nortenho 17.04.2013

lamento muito,mas não podemos andar a construir, só para dar emprego.se há milhares de habitaçoes por arrendar,há que mudar de paradigma e virar a agulha para a reabilitaçao das cidades tornandoa-as dessa forma mais atrativas e competitivas.

e é assim que tem que ser. 17.04.2013

não se constroi só para abrir e fechar buracos, já temos divida que chegue no país para o afundar por 4 gerações. E se uma teixeira duarte ou soares da costa tiverem que fechar, que podemos fazer? Não é ligá-la ao credito artificial. A mota infelizmente está bem recheada de PPPs milionárias do Estado falido, antes de falir a mota fecha portugal as port as primeiro, ninguém vai preso e nós pagamos o espectaculo... os pequenos, tem que mudar de vida ou ir lá para fora.

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