Agricultura e Pescas  Portuguesa Sugal bate recorde de produção de tomate e factura mais de 265 milhões

Portuguesa Sugal bate recorde de produção de tomate e factura mais de 265 milhões

O Sugal Group ultrapassou as 1,7 milhões de toneladas de tomate colhidas na campanha 2017, tendo consolidado a posição de segundo maior produtor mundial. O volume de facturação superou os 265 milhões de euros.
 Portuguesa Sugal bate recorde de produção de tomate e factura mais de 265 milhões
Sara Ribeiro 28 de novembro de 2017 às 10:22

Este ano, o Sugal Group ultrapassou as 1,7 milhões de toneladas de tomate colhidas nos três países onde marca presença - Portugal, Espanha e Chile. Um passo que representa "a maior produção de sempre" e consolida a posição de "segundo maior produtor mundial de derivados de tomate", segundo o grupo português.

Com os resultados da campanha de 2017, a Sugal, que detém a fábrica da Guloso em Benavente por exemplo, ficou perto de alcançar os 5% da produção global de tomate, tendo superado os 265 milhões de euros em volume de facturação. Mas as perspectivas de crescimento não ficam por aqui.

A Sugal estima que em 2018 continue a bater recordes, ultrapassando as 1,8 milhões de toneladas transformadas de tomate fresco.

A empresa que nasceu no Ribatejo há 60 anos exporta mais de 90% da sua produção para 70 países. E é a única no mundo que produz em dois hemisférios, com duas campanhas por ano: entre Janeiro e Abril no hemisfério Sul e entre Junho e Outubro, no hemisfério Norte. "O que oferece maior flexibilidade e segurança na cadeia de abastecimento global", como explica o Sugal Group.

Em Portugal, além da fábrica em Benavente, o grupo detém outra unidade na Azambuja. Em Espanha, mercado que marcou os primeiros passos da internacionalização da empresa, tem uma fábrica em Sevilha, e no Chile detém duas unidades (Tilcoco e em Talca).




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comentários mais recentes
Anónimo Há 1 semana

Segundo maior produtor mundial com milhões de lucro mas pagar um ordenado em condições aos seus trabalhadores é que é mentira. É só lucro pra encher os bolsos a custa dos empregados. O típico patrão português uma mentalidade pequena e fraca que jamais mudará. Triste país.

Anónimo Há 1 semana

PELO MENOS TEMOS UNS BONS TOMATES!