Energia 29 palavras-chave nas buscas à EDP
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29 palavras-chave nas buscas à EDP

Os processos que deram origem à constituição como arguidos de António Mexia e Manso Neto analisam exaustivamente os CAE e os CMEC, mas são vagos no estabelecimento de uma relação causa-efeito.
29 palavras-chave nas buscas à EDP
Bruno Simão
Celso Filipe 11 de junho de 2017 às 21:00

Vinte e nove. Foi este o número de palavras-chaves colocadas pelo procurador Carlos Casimiro Nunes no mandato de busca para serem pesquisadas nos computadores de António Mexia e João Manso Neto, presidentes de EDP e EDP Renová

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mais votado Anónimo Há 2 semanas

Em França, e mesmo tendo o Estado francês como maior accionista com cerca de 85% das acções da empresa, a maior companhia de electricidade, cotada na bolsa de valores onde dispersou parte do seu capital, está orientada para o mercado livre, aberto e concorrencial, despede 5100 excedentários, gera lucros impressionantes, distribui dividendos notáveis aos accionistas, e vende uma das electricidades mais baratas de toda a União Europeia. Em Portugal, a congénere, anti-mercado, mal gerida, sem qualquer consideração pelos clientes e pelos accionistas, nem tão pouco pelas autoridades reguladoras e económicas que capturou há muito porque o Estado português deixa-se sempre capturar por nefastos e obscuros interesses, negoceia os despojos do mercado que matou à nascença e se habituou a roubar. "EDF plans up to 5,100 job cuts in France: source" http://www.reuters.com/article/us-edf-layoffs-idUSKBN15G4AL

comentários mais recentes
Anónimo Há 2 semanas

Sr. Jornalista, Não há causa e efeito. Só patrocinios a universidades e meras coincidencias. Sim meras coincidencias tais como ex-governantes, que negociaram as rendas, a leccionar cadeiras pagas pela EDP. Esperem até o procurador abrir a caixinha da Fundação EDP...

Anónimo Há 2 semanas

Este país tem gente a mais a ganhar demais face ao valor que criará, cria ou criou. Não são portanto de estranhar as falências cíclicas do país, a sua constante dependência e as crises que ele vive.

Anónimo Há 2 semanas

Em França, e mesmo tendo o Estado francês como maior accionista com cerca de 85% das acções da empresa, a maior companhia de electricidade, cotada na bolsa de valores onde dispersou parte do seu capital, está orientada para o mercado livre, aberto e concorrencial, despede 5100 excedentários, gera lucros impressionantes, distribui dividendos notáveis aos accionistas, e vende uma das electricidades mais baratas de toda a União Europeia. Em Portugal, a congénere, anti-mercado, mal gerida, sem qualquer consideração pelos clientes e pelos accionistas, nem tão pouco pelas autoridades reguladoras e económicas que capturou há muito porque o Estado português deixa-se sempre capturar por nefastos e obscuros interesses, negoceia os despojos do mercado que matou à nascença e se habituou a roubar. "EDF plans up to 5,100 job cuts in France: source" http://www.reuters.com/article/us-edf-layoffs-idUSKBN15G4AL

Anónimo Há 2 semanas

Como é que se paga o todo o excedentarismo e sobrepagamento em organizações como a EDP?
Com rendas abusivas e mercado distorcido. Quem perde são os consumidores, os investidores e os contribuintes.

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