Media Accionistas da Global Media querem investir em imobiliário e start-ups em Portugal

Accionistas da Global Media querem investir em imobiliário e start-ups em Portugal

O CEO e accionista da empresa macaense, Kevin Ho King Lun, revela que a KNJ vai investir em vários projectos imobiliários, num hotel e numa adega. Em perspectiva está também a criação de um espaço para instalar "start-ups".
Accionistas da Global Media querem investir em imobiliário e start-ups em Portugal
Vítor Mota/Correio da Manhã
Negócios 21 de novembro de 2017 às 11:04

Depois de ter injectado 15 milhões de euros na Global Media, a KNJ Investment pretende reforçar o investimento em Portugal, tendo já vários projectos em andamento.

 

Numa entrevista à Macau News Agency (MNA), o CEO e accionista da empresa macaense, Kevin Ho King Lun, revela que a KNJ vai investir em vários projectos imobiliários, num hotel e numa adega.

 

Em perspectiva está também a criação de um espaço para instalar "start-ups", existindo já negociações com a Câmara de Vila Nova de Gaia para escolher o local.

 

"Encontrei-me com o presidente da Câmara de Gaia porque, como sabe, existem muitos armazéns, sobretudo utilizados para vinho do Porto. Estamos a cooperar para ver se podemos transformar um deles num local para start-ups", afirmou Kevin Ho.

 

O objectivo passa por integrar as "start-ups" na Global Media, empresa que controla jornais como o Diário de Notícias, Jornal de Notícias e O Jogo.

 

"Vamos utilizar novos talentos em Portugal e aproveitar as suas capacidades para trabalhar em algo que vai ajudar todo o grupo no futuro", revelou o gestor, acrescentando que o objectivo passa também por trazer talentos da China para Portugal, resto da Europa e países de língua portuguesa.

 

No que diz respeito aos projectos para a Global Media, o CEO da KNJ revelou que a empresa de media vai ter uma redacção em Macau, o que permitirá ao grupo operar em 24 horas devido às diferenças horárias entre as duas regiões.

 

Tal vai ajudar Macau a tornar-se uma plataforma entre a China e os países de língua portuguesa, revelou o gestor, adiantando que nada foi feito nesse sentido nos últimos anos.

 

A expansão para outros países de língua portuguesa está também nos objectivos, bem como trabalhar de forma mais próxima com a Lusa, onde a Global Media tem uma posição de 24%.




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TinyTino Há 3 semanas

Comprar uma adega para alugar espaços a start-ups não é o mesmo que investir em start-ups. isto é apenas investimento imobiliário. Ponto final, parágrafo.

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