Bolsa Acções do Dortmund em máximos de 2001 com expectativa de venda de Dembelé

Acções do Dortmund em máximos de 2001 com expectativa de venda de Dembelé

O clube alemão só está disponível para vender o avançado Ousmane Dembelé por 120 milhões de euros. Esta perspectiva está a elevar as acções do Borussia Dortmund para máximos de quase 16 anos.
Acções do Dortmund em máximos de 2001 com expectativa de venda de Dembelé
Reuters
Sara Antunes Lusa 09 de agosto de 2017 às 10:51

O Borussia Dortmund só aceita vender o futebolista francês Ousmane Dembelé, pretendido pelo FC Barcelona, por 120 milhões de euros, noticia esta quarta-feira, 9 de Agosto, a revista alemã Kicker, citando fontes do clube germânico, de acordo com a Lusa.

 

Inicialmente, a imprensa avançou que os dirigentes do Borussia Dortmund aceitariam sentar-se à mesa para negociar o avançado francês por 100 milhões de euros, verba que o director geral do emblema alemão, Joachim Watzke, considerou "insuficiente".

 

As notícias em torno da potencial venda de Dembelé ao Barcelona têm sido constantes, especialmente depois de o clube catalão ter vendido Neymar ao Paris Saint-Germain por 222 milhões de euros.

 

Desde o dia 2 de Agosto, as acções do Dortmund acumulam uma subida de 11%, seguindo esta quarta-feira a apreciar 0,76% para 6,598 euros, tendo já tocado nos 6,641 euros, o que corresponde ao valor mais elevado desde Setembro de 2001.

 

O dia 2 de Agosto é relevante porque foi nesse dia que o Barcelona revelou que o avançado brasileiro "transmitiu a vontade de não continuar" e que o clube lhe deu "permissão para não treinar e resolver o seu futuro".

 

A venda deste jogador abriu uma vaga no plantel, com a imprensa a apontar Dembelé como um dos potenciais alvos do Barcelona para colmatar esta saída.

 

Caso o FC Barcelona aceite desembolsar os 120 milhões de euros pretendidos pelo Borussia, Dembelé passará a ser a segunda transferência mais cara do futebol mundial, num 'ranking' que é agora liderado por Neymar.




A sua opinião0
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
pub