Aviação Acordos comerciais no Brasil e EUA garantem 162 mil passageiros à TAP

Acordos comerciais no Brasil e EUA garantem 162 mil passageiros à TAP

As parcerias que a TAP estabeleceu com duas companhias aéreas nos Estados Unidos e com outras duas no Brasil, nomeadamente em acordos de code-share, permitiu transportar um total de 162 mil passageiros nos primeiros sete meses deste ano.
Acordos comerciais no Brasil e EUA garantem 162 mil passageiros à TAP
TAP
Bruno Simões 11 de outubro de 2017 às 10:32

As parcerias comerciais firmadas pela TAP nos Estados Unidos e no Brasil já garantiram o transporte de 162 mil passageiros em aviões da transportadora portuguesa nos primeiros sete meses do ano. De acordo com dados enviados ao Negócios, a parceria nos Estados Unidos com a Jetblue, detida por David Neeleman, um dos accionistas da TAP, garantiu o transporte de 35 mil passageiros, ao passo que o acordo comercial firmado com a United permitiu captar 15 mil passageiros.

Em 2016, a TAP transportou 472 mil passageiros nas rotas da América do Norte.

 

No Brasil, os números são ainda mais robustos. "O code-share com a Azul", a outra companhia de David Neeleman,"trouxe já aos aviões da TAP, entre Janeiro e Julho, mais de 65 mil passageiros, enquanto o code-share com a GOL, por seu turno, contribuiu com 47 mil passageiros para os voos da companhia portuguesa", refere a TAP, ao Negócios.

 

Os acordos de code-share entre duas companhias permitem que cada uma venda voos da outra, o que facilita as reservas e as ligações a outras rotas. A TAP tem este tipo de parcerias comerciais com diversas outras companhias.

 

A parceria da TAP com a Azul tem vindo a ser aprofundada desde que o consórcio Atlantic Gateway, do qual faz parte David Neeleman, se tornou accionista da companhia portuguesa. A Azul (detida por Neeleman) passou, no ano passado, a operar uma rota que era da TAP para Lisboa (desde Viracopos, São Paulo) e até Março do próximo ano, as duas companhias deverão começar a partilhar as rotas entre o Brasil e Portugal.

 

Nos primeiros seis meses deste ano, a TAP registou um prejuízo de 52 milhões de euros, o que representa um agravamento de 3,2% ou 1,6 milhões de euros em termos homólogos.




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