Banca & Finanças Amado deixa a Amado duas metas para cumprir
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Amado deixa a Amado duas metas para cumprir

O peso das imparidades e a rendibilidade dos capitais próprios são indicadores a melhorar. Tarefa para a nova administração, que deverá continuar a ter Nuno Amado no leme executivo. A reestruturação, contudo, é para continuar: o corte de custos não se vai ficar por aqui.
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Diogo Cavaleiro 15 de fevereiro de 2018 às 07:00

Se Nuno Amado suceder a Nuno Amado na presidência executiva do Banco Comercial Português (BCP), na sequência da próxima assembleia-geral, agendada para Maio, tem já duas grandes metas por cumprir: a reduçã)

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mais votado Anónimo 15.02.2018

Não sei porque é que esta gente, quando excedentária, se convenceu que é inelegível para o RSI.

comentários mais recentes
Anónimo 15.02.2018

Coitado de quem as ouve... Quem as diz, fica aliviado...

Advogado do diabo 15.02.2018

1-Parabens a todos os que trabalham no BCP ( desde a administração até ao mais humilde funcionário) e aos seus acionistas;
2-Que a satisfação naturalmente sentida nunca faça olvidar um princípio de prudência básica:
-embora a atividade de um banco seja em princípio mais supervisionada que a atividade de qualquer outra empresa;
-embora a rendibilidade dos bancos suscite mais atenção dos poderes públicos que a de outras empresas (por boas razões: recordem-se as tragédias recentes na banca Portuguesa);
um banco em Portugal ou em qualquer parte do mundo, pode ser sempre uma caixa de pândora cheia de surpresas, devido à qualidade dos seus créditos e certa margem de liberdade de que dispõe para, fixando as previsões para créditos malparados, atingir os resultados que deseja.
3-O resultado parece auspicioso para atrair acionistas estrangeiros,
que veem o BCP como uma proxy para investir num Portugal em estado de graça,
malgrado a dívida pública e a taxa de poupança, mas ROE/PER é mau

Sim a cliente do BCP; não a acionista 15.02.2018

Os resultados do BCP levam a tornar-me cliente do BCP e não afastar a hipótese de vir a ser seu acionista.
Por enquanto a relação ROE/PER em relação a outros bancos,
também possíveis alternativas de investimento,
levam-me ainda a não tomar tal caminho.

JCG 15.02.2018

Este jornalismo rasca e analistas e comentadores papagaios ficam sempre muito excitados com uns milhões de lucros. Bom, o lucro em euros deve ser sempre comparado com o K aplicado no negócio. Por outro lado, o que seria anómalo era os bancos não apresentarem lucros, tanto tempo depois da crise

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