Telecomunicações Anacom: "Indicador global da qualidade de serviço dos CTT denota degradação"

Anacom: "Indicador global da qualidade de serviço dos CTT denota degradação"

João Cadete de Matos, presidente da Anacom, admitiu no Parlamento que há uma degradação na qualidade de serviço dos CTT nos últimos anos.
Anacom: "Indicador global da qualidade de serviço dos CTT denota degradação"
Bruno Simão
Alexandra Machado 12 de janeiro de 2018 às 15:43
O presidente da Anacom, João Cadete de Matos, admitiu, na audição no Parlamento, que nos últimos anos houve uma degradação dos indicadores globais da qualidade de serviço dos CTT.

"Os indicadores denotam uma degradação generalizada dos valores", revelou, lembrando ainda não ter os dados relativos a 2017. Houve mesmo um indicador, relativo a 2016, que levou a incumprimento pelos CTT, que justificou a penalização já divulgada pela Anacom. 

Mas, a nível global, o indicador "denota uma degradação", disse Cadete de Matos, admitindo, no entanto, que na comparação internacional há exemplos de melhores indicadores, mas também de piores.

Além da deterioração do serviço, Cadete de Matos revelou que as reclamações junto da Anacom em relação ao serviço postal aumentaram nos últimos anos. 

Segundo revelou, nos números provisórios de 2017, a Anacom recebeu mais de 12.400 reclamações, face às 8.934 do ano anterior.






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Anónimo Há 3 dias

A ruína e atraso de Portugal, face aos seus congéneres europeus mais desenvolvidos e ricos, tem como base o facto de se ter criado em Portugal um sistema que, gradualmente, gerou duas seguranças sociais públicas. Uma oficial e outra oficiosa. A oficiosa é parte integrante não de um Estado de Bem-Estar Social legítimo mas antes de um Estado de Bem-Estar Salarial iníquo e insustentável para sindicalizados, em especial do sector público, que auferem uma onerosa e injustificável prestação social sob a forma de remuneração em clara situação de sobreemprego vitalício ou sobrepagamento em crescendo, mesmo quando o preço de mercado para as tarefas que realizam não pára de descer nos mercados mundiais ou a procura, em variadíssimos casos, pura e simplesmente desapareceu se é que alguma vez existiu. Os 4000 despedimentos na banca lusa em 2017, tirados a ferros de forma tardia, cara e incompleta, foram apenas a ponta de um vergonhoso icebergue que as esquerdas teimam em querer esconder.

Anónimo Há 3 dias

Dividir e destruir para reinar...

Quando é que ajudamos os nossos a serem realmente melhores que os outros em vez de nos colocarmos como juízes e donos disto tudo?

Anónimo Há 3 dias

Se elegerem os neo liberais mais um mandato eles irão vender o resto, os Hospitais (os bons), as escolas (para serem os amigos donos das privadas a ganharem), as pontes, os edifícios, etc...porque para os neo liberais o Estado só serve para lhe subsidiar o as empresas e os escritórios de advogados

Anónimo Há 3 dias

Passos vendeu tudo aos amigos para sacarem o milhões e darem cabo das instituições.

A Direita neo liberal vendeu EDP, CTT, ANA, TAP, etc, tudo para os amigos e o povo que se lixe, mesmo com o encaixe brutal das privatizações ainda forçaram o "enorme aumento de impostos" tã célebre do Gaspar

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