Redes Sociais Antigo vice-presidente da Xiaomi a caminho do Facebook

Antigo vice-presidente da Xiaomi a caminho do Facebook

No domingo Hugo Barra, vice-presidente da chinesa Xiaomi, anunciou a sua saída da empresa e o regresso a Silicon Valley. Zuckerberg anunciou entretanto que o brasileiro vai juntar-se ao Facebook.
Antigo vice-presidente da Xiaomi a caminho do Facebook
Bloomberg
Ana Laranjeiro 26 de janeiro de 2017 às 12:14

No último domingo, Hugo Barra (na foto), vice-presidente da chinesa Xiaomi, anunciou que a sua saída da empresa tinha já uma data marcada: 2 de Fevereiro. Justificava a saída com motivos de saúde e desafios profissionais. E não demorou muito a perceber-se o que se segue no caminho do brasileiro que foi já vice-presidente do departamento de Android na Google: o Facebook.

O anúncio foi feito pelo próprio Mark Zuckerberg na sua conta no Facebook. Hugo Barra vai liderar os esforços da rede social na área de realidade virtual, incluindo a Oculus, uma empresa de realidade virtual adquirida pelo Facebook em 2014 por dois mil milhões de dólares.

Hugo Barra, entretanto, já usou a rede social para revelar que está "entusiasmado por partilhar a minha próxima aventura quando regressar a Silicon Valley - dentro de alguns meses vou juntar-me ao Facebook, como vice-presidente da área de realidade virtual e liderar a Oculus". "O CEO da Xiaomi, Lei Jun, diz sempre o que o maior objectivo de um engenheiro são os avanços tecnológicos rápidos e prontamente disponíveis para o mais amplo espectro possível da humanidade. Essa vai ser a minha missão no Facebook e aguardo com expectativa construir o futuro da tecnologia imersiva com Mark ZuckerbergBrendan Trexler IribeMike Schroepfer e os visionários da equipa da Oculus".



Assim, de acordo com o TechCrunch, Hugo Barra vai preencher uma lacuna criada pela saída de Brendan Iribe da liderança da empresa. Zuckerberg, no seu post onde anunciava a contratação, referia que conhece o brasileiro e que Barra acredita, tal como ele, que a realidade virtual e a realidade aumentada vão ser a próxima grande plataforma computacional depois do mobile.


O The New York Times escreve que, apesar de a Oculus ter já colocado à venda os seus óculos e haver algum interesse nesta área, as vendas têm sido fracas o que levou o próprio Zuckerberg a admitir que o Facebook terá de investir mais três mil milhões de dólares no desenvolvimento desta unidade nos próximos anos numa tentativa que a realidade virtual arranque.




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