Energia Apetro: "Não há espaço para reduzir os preços" dos combustíveis

Apetro: "Não há espaço para reduzir os preços" dos combustíveis

António Comprido, secretário-geral da Apetro (Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas), revela em entrevista ao Negócios e Antena 1 que a margem das petrolíferas foi no primeiro trimestre de 12 a 14 cêntimos por cada litro de combustível.
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Admitindo que preferia ter uma carga fiscal sobre os combustíveis menor, o secretário-geral da Apetro (Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas), António Comprido, não esconde que qualquer aumento do imposto é repercutido no consumidor. "Nem podia ser de outra forma", diz em entrevista ao Negócios e Antena 1, no programa Conversa Capital.

As gasolineiras, diz, não têm condições de "absorver aumentos de impostos".

António Comprido sustenta, ainda, que as gasolineiras ganham por litro vendido uma margem de 12 a 14 cêntimos, em média, ou cerca de 10 a 12%, não tendo, por isso, "grande espaço para reduzir preços". Não obstante apostam nas promoções.

António Comprido é o entrevistado do programa Conversa Capital, que será transmitido na Antena 1 este domingo e será publicada no Negócios de segunda-feira. Poderá também ver o vídeo com a entrevista na íntegra no Negócios na segunda-feira de manhã. 

(Notícia actualizada para especificar que a margem é de 10 a 12% do preço e que se situa nos 12 a 14 cêntimos por litro)  






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comentários mais recentes
Anónimo 16.04.2017

Vou a uma bomba da galp onde a gasolina é 6c mais barata do que nas restantes galp.
Alem disso pago com cartão universo e tenho mais 16c de desconto. Não percebo como podem ter uma margem de apenas 14c.
Que tal algum jornalismo de investigação?

MM 16.04.2017

10% ?? O que ele não diz é que as margens já foram bem menores. Não era ele também que dizia que isto era um negocio high volume low margin? 10%? Low? Aqui no UK a margem é 2% http://www.racfoundation.org/data/UK-daily-fuel-table-with-breakdown

Manuel 16.04.2017

Os que não são iluminados admitem um governo que tem dos maiores impostos do mundo, nomeadamente nos combustíveis. Carrega Costa.

Anónimo 16.04.2017

Quando será que os iluminados que tem acesso aos meios de comunicação deixarão de pensar que o os que não são iluminados não são Burros, os combustíveis são explorados por usurários que cada vez estão mais ricos veja-se o corticeiro. Se os consumidores se organizassem a história dos preços era outra

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