Mercados As lições do Snapchat e Google para reanimar o mercado de capitais
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As lições do Snapchat e Google para reanimar o mercado de capitais

A existência de diferentes tipos de acções em empresas como o Snapchat e a Google e os seus reflexos no envolvimento accionista devem motivar reflexão. E é um desafio no relançamento do mercado.
As lições do Snapchat e Google para reanimar o mercado de capitais
Reuters
Maria João Gago 21 de junho de 2017 às 00:01

A existência de múltiplos tipos de acções, com diferentes níveis de poder de voto e diversas formas de transacção, pode atrair investidores institucionais mas também colocar problemas de fiscalizaç

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mais votado Anónimo 20.06.2017

Há empresas que dispersam o seu capital no mercado de acções através de dois tipos de acções: umas que dão direito de voto e outras que são em tudo iguais àqeulas mas não dão esse direito de voto, transaccionando a um valor ligeiramente inferior ao das primeiras. A Alphabet, ex-Google, faz isso. Isto foi feito para permitir concentrar o poder executivo nas mãos de fundadores da empresa que são os idealizadores máximos de todo o modelo de negócios da empresa desde que aquela foi fundada por eles. Se acreditarmos que esses fundadores foram factor determinante para que a empresa tivesse alcançado um sucesso estrondoso, este modelo vai seguramente ao encontro dos interesses da maioria dos accionistas, incluindo os muito pequenos accionistas que pouco ou nada se importarão de deter acções que não facultam um direito de voto ao accionista.

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Anónimo 20.06.2017

Há empresas que dispersam o seu capital no mercado de acções através de dois tipos de acções: umas que dão direito de voto e outras que são em tudo iguais àqeulas mas não dão esse direito de voto, transaccionando a um valor ligeiramente inferior ao das primeiras. A Alphabet, ex-Google, faz isso. Isto foi feito para permitir concentrar o poder executivo nas mãos de fundadores da empresa que são os idealizadores máximos de todo o modelo de negócios da empresa desde que aquela foi fundada por eles. Se acreditarmos que esses fundadores foram factor determinante para que a empresa tivesse alcançado um sucesso estrondoso, este modelo vai seguramente ao encontro dos interesses da maioria dos accionistas, incluindo os muito pequenos accionistas que pouco ou nada se importarão de deter acções que não facultam um direito de voto ao accionista.

Anónimo 20.06.2017

Ouviste mal os seminários...precisamente o oposto. Estuda um pouco Sra jornalista

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