Tecnologias As tecnológicas que devem entrar em bolsa em 2017

As tecnológicas que devem entrar em bolsa em 2017

Pelo menos 15 empresas de tecnologia estão a preparar a entrada no mercado de capitais no próximo ano, segundo a Reuters.
As tecnológicas que devem entrar em bolsa em 2017
Kiyoshi Ota/Bloomberg
Negócios com Reuters 30 de Dezembro de 2016 às 11:02

O ano de 2017 vai marcar a entrada de pelo menos 15 tecnológicas em bolsa, segundo a Reuters.

A dispersão do capital em bolsa permite angariar financiamento para novos investimentos e aliviar a situação financeira das empresas. Por estes motivos, são várias as empresas que estudam esta opção.

A Anaplan é uma das que estará a preparar o lançamento de um IPO (oferta pública inicial) no ano que começa este domingo, disseram fontes ligadas ao processo àquela agência. A tecnológica, que presta serviços de consultoria, prevê fechar o ano com receitas de 100 milhões de dólares.

A AppDynamics, que também tem sede em São Francisco, EUA, anunciou esta semana os seus planos para abrir capital em bolsa. Nos primeiros nove meses do ano a tecnológica que desenvolve aplicações de gestão somou receitas de 158 milhões de dólares, um aumento face aos 102 milhões alcançados no ano anterior.

Outra das empresas que já confirmou estar a trabalhar num IPO é a Apttus. A Appian e a AppNexus também já terão falado com bancos de investimento para preparar a sua entrada em bolsa no próximo ano.

A Avalara foi outra das tecnológicas que já falou com bancos de investimento para lançar um IPO que segundo a Reuters irá avaliar a empresa em mil milhões de dólares.

Já a companhia de segurança informática Carbon Black já terá mesmo avançado com a entrega do plano para o IPO, como noticiou o Wall Street Journal.

A ForeScout,a Mule Soft, a Tintri, Greenwave Systems, Okta e a Yext também já terão falado com bancos de investimentos para avançar com a dispersão do capital em bolsa.

A LogRyhthm e a Pluralsight, que já tinham anunciado que iam entrar em bolsa este ano, decidiram adiar os planos para 2017.




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comentários mais recentes
Anónimo Há 3 semanas

A Diferença.
"A dispersão do capital em bolsa permite angariar financiamento para novos investimentos e aliviar a situação financeira das empresas"
Em Portugal viriam dizer que estavam a aceder ao casino e o ideal mesmo seria pedirem dinheiro a banca.
A Diferença esta na fruta.

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