Banca & Finanças Auditor alerta para custo da reestruturação da CGD (correcção)
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Auditor alerta para custo da reestruturação da CGD (correcção)

A EY colocou duas ênfases nas contas semestrais da Caixa. A nova empresa de auditoria do banco do Estado chama a atenção para os 383 milhões de custos de reestruturação, que são parciais. A CGD assume que há mais gastos para contabilizar no futuro.
Auditor alerta para custo da reestruturação da CGD (correcção)
Miguel Baltazar
Maria João Gago 24 de outubro de 2017 às 22:30

A EY (Ernst & Young), nova empresa de auditoria da Caixa Geral de Depósitos (CGD), decidiu alertar para os custos de reestruturação do banco do Estado no relatório semestral da instituição. Em )

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mais votado Anónimo Há 3 semanas

Para a próxima contratem menos e mais devagar e ofereçam regalias e direitos laborais que possam pagar sem pôr em causa o futuro da organização.

comentários mais recentes
Anónimo Há 3 semanas

A globalização a funcionar em pleno. Falta a CGD...Paulo Macedo é aluno do Clube de Bilderberg e faltava entrar no que resta de valor no país que é o banco do povo. Já se fala no Bundesbank... a Alemanha a dominar a europa sem dar um tiro e alinhada com os senhores do mundo. Portugal adormecido...

JCG Há 3 semanas

Reestruturação!... vejamos a racionalidade da coisa com 1 caso. Um trabalhador qualificado, um técnico com licenciatura e mestrados, está a trabalhar (não está desocupado), ganha cerca de 35 mil euros anuais e tem 63 anos e meio. Esse técnico é despachado para a pré-reforma passando a ter uma pensão anual de uns 30 mil euros e ainda lhe dão uma compensação pontual de 43 mil euros. Desde o momento em que passou à pré-reforma até à idade actualmente convencionada para a reforma, 66 anos e 3 meses, esse cidadão receberá cerca de 125,5 mil euros (quem lhe paga a pensão é a empresa). Se continuasse a trabalhar até aos 66 anos e 3 meses receberia em salários cerca de 96,3 mil euros. Entretanto, o departamento onde trabalhava contratou mais técnicos. Perguntas: Onde está a racionalidade? Onde está a competência dos gestores? Que é feito da supervisão? E qual o papel das manadas de fiscalizadores pagos principescamente?

JCG Há 3 semanas

A questão, entre outras, que devia ser claramente suscitada é se os gestores que agora estão à frente da CGD têm semelhantes condições de gestão às que têm os gestores de outros bancos ou se têm MAIS, ou seja, se funcionam em auto gestão e até em roda livre. Pois o que parece é que o acionista da CGD é incompetente, é negligente, é relapso e está-se lixando para a questão da eficiência que deve presidir à gestão da CGD, dado que o dinheiro - o balúrdio - que lá injectado não é do Costa nem do Centeno. Se a CGD fosse de acionistas privados - capitalistas clássicos - creio que o Macedo não se entretinha a injectar todos os amigos na administração, incluindo - pasme-se - os que supostamente o vão fiscalizar nem a ser um generoso mãos largas com indemnizações e compensações aos trabalhadores pois ele próprio afirmou que lhes ofereceu as melhores condições da banca. Não gosto da fronha ou das fuças do Macedo!... acho que devia lembrar-se de onde vem o dinheiro que lhe chega às mãos.

Anónimo Há 3 semanas

Não foram despedindo excedentários ao longo do tempo como os mais elementares princípios da boa gestão indicavam, agora sempre que se confrontam com o sistema económico e o Estado falidos e a mendigar resgates caridosos é que se lembram de melhorar a política de recursos humanos nas organizações capturadas pelo oneroso excedentarismo sindicalizado de carreira.

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