Banca & Finanças Bancários trabalham sob supervisão até estarem certificados
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Bancários trabalham sob supervisão até estarem certificados

Os funcionários que chumbarem na certificação para comercializar produtos financeiros podem submeter-se a novo exame. Ou trabalhar sob supervisão.
Bancários trabalham sob supervisão até estarem certificados
Diogo Cavaleiro 26 de dezembro de 2017 às 23:16

Formação contínua na comercialização de produtos financeiros: esta é uma das obrigações que os intermediários, como os bancos, têm pela frente a partir do momento em que entrar em vigor )

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mais votado RE : ”Aviso à Navegação : o mais importante”(1) Há 3 semanas

E porque é “ o mais importante” ?
Porque na situação atual em Portugal, em que:
1) O nível de literacia financeira torna difícil ao cliente avaliar a qualidade dos Fundos que lhe são sugeridos;
2) Os Fundos sugeridos são muito logicamente aqueles nos quais quem sugere, pode ter mais estimulo de sugerir, ou seja, aqueles em que o banco comercializador, pode auferir maiores receitas;
3) E esses são os da Gestora de Fundos do Banco, em que:
a. Não só a gama de oferta é limitada e reflectindo as limitações de "Know How" da mesma;
b. Como também as comissões (muitas vezes sem relação com custos que até se ignoram quais sejam), reflectem, em interesse próprio, o clima de deficiente concorrência no sector.
4) Por outro lado, não haverá clientes dispostos a quebrar uma relação de fidelidade com um banco, apenas motivados por uma vaga suspeita de que podem não estar a ser bem servidos relativamente aos Fundos que lhe são oferecidos nesse Banco.
(continua)

comentários mais recentes
Mr.Tuga Há 3 semanas

Para o calhau iletrado do cliente tuguês qualquer coisa serve... Burro como é nem se dá ao trabalhos de escutar e ler....

Então se for um Pato Ronaldo, histérica Cristininha da foleira TVi, a Famelga de cantaroleiros paroleiros PLÁGIO de CarreYrolas, etc a publicitar, é comprar na hora....

RE : ”Aviso à Navegação : o mais importante”(1) Há 3 semanas

E porque é “ o mais importante” ?
Porque na situação atual em Portugal, em que:
1) O nível de literacia financeira torna difícil ao cliente avaliar a qualidade dos Fundos que lhe são sugeridos;
2) Os Fundos sugeridos são muito logicamente aqueles nos quais quem sugere, pode ter mais estimulo de sugerir, ou seja, aqueles em que o banco comercializador, pode auferir maiores receitas;
3) E esses são os da Gestora de Fundos do Banco, em que:
a. Não só a gama de oferta é limitada e reflectindo as limitações de "Know How" da mesma;
b. Como também as comissões (muitas vezes sem relação com custos que até se ignoram quais sejam), reflectem, em interesse próprio, o clima de deficiente concorrência no sector.
4) Por outro lado, não haverá clientes dispostos a quebrar uma relação de fidelidade com um banco, apenas motivados por uma vaga suspeita de que podem não estar a ser bem servidos relativamente aos Fundos que lhe são oferecidos nesse Banco.
(continua)

RE: ”Aviso à Navegação : o mais importante”(2) Há 3 semanas

A consequência é que o cliente acaba por escolher o que pensa (ou o que o Gestor de Conta sugere) serem para si os melhores Fundos, num leque limitado de alternativas.
Alternativas que serão indubitavelmente as melhores para os lucros do empregador do Gestor de Conta, mas que poderão não ser necessariamente as melhores a que o cliente poderia aspirar.
Na verdade, não se deverá olvidar que há atualmente mais de 6 dezenas de milhar de alternativas de Fundos, e mais de 5 milhares de alternativas de ETFs, e que o ideal é não inviabilizar na prática o acesso a tal pletora.
Isto porque, uma das indiscutíveis vantagens competitivas dos Fundos e dos ETF é que, da imensa variedade, resulta uma maior probabilidade de encontrar a alternativa mais adequada ás, necessidades, e principalmente às esperanças do cliente, de encontrar o produto mais adequado, de acordo com o que tem como ideal (em termos de expectativas de rendibilidade, de risco e de liquidez) num produto de investimento.

Aviso à Navegação : o mais importante Há 3 semanas


"But under new European legislation known as Mifid II,
bank advisers who want to continue receiving commission payments
will have to offer
funds from external investment companies."

(in Financial Times :1/5/2016)

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