Banca & Finanças BCE aponta fiscalidade como travão ao corte do malparado
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BCE aponta fiscalidade como travão ao corte do malparado

O facto de os perdões de dívida só serem custos fiscais ao fim de dois anos dificulta a redução do malparado em Portugal, que tem o quarto maior rácio da Europa, conclui o BCE. Regime fiscal pode mudar.
BCE aponta fiscalidade como travão ao corte do malparado
Bruno Simão
Maria João Gago 07 de julho de 2017 às 00:01

O enquadramento fiscal dos perdões de dívidas bancárias é um dos obstáculos à redução do crédito malparado dos bancos identificados pelo Banco Central Europeu (BCE). "O tratamento fiscal

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comentários mais recentes
surpreso 06.07.2017

Um regime que premeia os grandes golpistas,quer da parte do Estado,quer da banca.Só apertam os pequenos,mas a soma dos graúdos é enorme

Anónimo 06.07.2017

Quem defende o excedentarismo faz parte do problema de equidade e sustentabilidade que Estado, economia e sociedade portuguesas vivem, e não da solução. A banca de retalho tradicional defende o excedentarismo porque todo o seu modelo de negócio assenta sobre ele, à semelhança de toda a estratégia dos políticos eleitoralistas irresponsáveis.

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