Banca & Finanças BCP confirma André Nunes como administrador em representação do Estado

BCP confirma André Nunes como administrador em representação do Estado

André Palma Nunes vai substituir Bernardo Sottomayor, cuja exoneração tinha sido comunicada em Fevereiro passado.
BCP confirma André Nunes como administrador em representação do Estado
Miguel Baltazar/Negócios
O Estado nomeou André Palma Nunes como administrador não-executivo do BCP, em substituição de Bernardo Sottomayor. A indicação do nome foi esta segunda-feira feita, em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), pela instituição financeira. 

"O Banco Comercial Português, S.A. informa que, na sequência da exoneração do Senhor Dr. Bernardo de Sá Braamcamp Sobral Sottomayor, conforme comunicado de 29 de fevereiro de 2016, o Estado procedeu à nomeação, como seu representante nos órgãos sociais do Banco, do senhor Dr. André Palma Mira David Nunes como membro não executivo do Conselho de Administração do
Banco, integrando igualmente a Comissão de Avaliação de Riscos e a Comissão de Nomeações e Remunerações," lê-se no comunicado.

 

A indicação de André Nunes para o cargo já era conhecida, resultando de um despacho de nomeação assinado a 2 de Dezembro pelo secretário de Estado Adjunto, do Tesouro e das Finanças, Ricardo Mourinho Félix e produzindo efeitos na data da sua assinatura, segundo o documento publicado esta sexta-feira, 16 de Dezembro, em Diário da República.

 

O Estado tem direito a ter dois representantes no conselho de administração do BCP desde que o banco recorreu aos chamados Cocos – instrumentos convertíveis em acções – para se recapitalizar, em 2012.

 

Actualmente o BCP ainda conta com 750 milhões de euros de Cocos, depois de já ter reembolsado a grande parte da ajuda estatal. Em Junho de 2012, o BCP recebeu 3.000 milhões de euros através destes instrumentos, numa altura em que a CGD, o Banif e o BPI também recorreram ao Estado para se recapitalizarem.

 

Ainda em Novembro, Luís Marques Mendes revelou que o banco liderado por Nuno Amado tenciona reembolsar o Estado até Fevereiro de 2017. Um reembolso que será viabilizado com a entrada da Fosun no capital do banco, através de injecção de capital. 




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mais votado Anónimo 19.12.2016


O BURACO ANUAL DA C.G.A CUSTA MAIS CARO… DO QUE O RESGATE DE UM BANCO


O défice orçamental do OE 2017, é de 3016 milhões de Euros...

e o buraco anual das pensões dos ladrões FP / CGA em 2017, é de 4600 milhões de Euros.

CONCLUSÃO: SÓ EXISTE DÉFICE EM 2017, DEVIDO AO BURACO DA CGA!

comentários mais recentes
Trump 19.12.2016

Os accionistas perderam muito muito dinheiro com BCP e tem de pagar ainda PS com o programa job for the boys??????e a ultima gota

c 19.12.2016

Pelos resultados obtidos por politicos em empresas publicas e bancos, seria melhor começarem a colocar lá sacos com serradura, é muito mais barato e não tomam decisões ruinosas.

Anónimo 19.12.2016


O BURACO ANUAL DA C.G.A CUSTA MAIS CARO… DO QUE O RESGATE DE UM BANCO


O défice orçamental do OE 2017, é de 3016 milhões de Euros...

e o buraco anual das pensões dos ladrões FP / CGA em 2017, é de 4600 milhões de Euros.

CONCLUSÃO: SÓ EXISTE DÉFICE EM 2017, DEVIDO AO BURACO DA CGA!

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