Banca & Finanças BES mau entra em liquidação com buraco de 5,6 mil milhões
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BES mau entra em liquidação com buraco de 5,6 mil milhões

A rubrica de provisões para processos judiciais levou a um aumento do passivo do BES mau em Julho do ano passado. Assim, a situação líquida deteriorou-se e foi com um buraco de 5,6 mil milhões de euros que arrancou a liquidação da histórica instituição financeira.
BES mau entra em liquidação com buraco de 5,6 mil milhões
Miguel Baltazar
Diogo Cavaleiro 02 de junho de 2017 às 00:01

O Banco Espírito Santo (BES) tem um buraco de aproximadamente 5.600 milhões de euros. Quer isto dizer que, mesmo desfazendo-se de todos os activos, ainda ficariam responsabilidades naquele montante por saldar. Foi com este valor que a instituiç)

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mais votado Anónimo 02.06.2017

Do ponto de vista de um tradicional banco de retalho português, que risco existe em emprestar a 200 ou 300 mil excedentários blindados face à real procura e oferta de mercado motivada pelos avanços tecnológicos, a globalização e as alterações nos hábitos, gostos, necessidades e expectativas de todos os agentes económicos? E aos muitos milhares de pensionistas que anteriormente passaram incólumes por essa mesma situação de excedentarismo protegido e principescamente remunerado? A banca de retalho fomenta e vive do excedentarismo a par com o capitalismo de compadrio subsidio dependente e os políticos eleitoralistas irresponsáveis. Se a jurisdição em causa, por acréscimo, não tem mercado laboral flexível nem mercado de capitais, o melhor talento e investimento perde-se na íntegra. Sobram os resgates cíclicos, as bolsas perfeitamente evitáveis de pobreza endémica, o atraso, a irrelevância e dependência extremas enquanto povo, cultura e sociedade no contexto do mundo desenvolvido.

comentários mais recentes
Ladrões não merecem ser tratados por "senhor" 02.06.2017

Há aqui um colega comentador que trata o escroque Salgado por "senhor".
Compreendemos a boa educação do comentador.
Permitimo-nos, porém - sem ofensa para quem comenta -, discordar deste tipo de tratamento, para com um ladrão e cobarde, que, pelas costas, roubou as economias de gente humilde.

Anónimo 02.06.2017

O que mais deve preocupar os portugueses junto do sector financeiro são os conflitos de interesse e as quebras do dever fiduciário. Conflitos de interesse como aqueles que se prendem com os resgates estatais e subsídios constantes à banca, aos banqueiros e, é bom nunca esquecê-lo, aos milhares de bancários e ex-bancários, agora aposentados, deste país. Isto constitui um onerosíssimo custo de oportunidade. As quebras de dever fiduciário prendem-se com situações de alterações de termos de contrato que prejudicam os clientes, comissões ocultas, aumento indiscriminado de comissões, burocracias anacrónicas, etc. Isto constitui um onerosíssimo custo de contexto.

Anónimo 02.06.2017

Se o governo decreta que não existem excedentários e que os empregos no Estado são garantidamente vitalícios e sempre a subir, é óbvio que os bancos ganham logo um universo de potenciais clientes no mercado do crédito ao consumo e à habitação sem paralelo. Os custos financeiros e de oportunidade dessa imprudência lunática não desaparecem. Simplesmente são gradual e temporariamente transferidos para os agentes económicos com capacidade para criar valor através do investimento, da inovação e do empreendedorismo. O país empobrece e perde autonomia e sustentabilidade económica e financeira. No curto prazo, algumas gerações de agentes económicos dos sectores ligados ao excedentarismo de carreira sindicalizado ou independente, ao capitalismo de compadrio, ao tresloucado keynesianismo despesista e ao sindicalismo radical de inspiração marxista acumulam algum bem-estar temporário enquanto este processo de extracção de valor do Estado, da economia e da sociedade avança e se consolida. Depois...

DoMarão 02.06.2017

Respondo ao anónimo de há 60 min.
Nunca vai preso, só vou eu se roubar uma alheira de Mirandela... e o Sócrates também não vai, vai SIM o Carlos Alexandre!!!!

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