Tecnologias Bezos, Buffett e Jamie Dimon aliam-se para prestar cuidados de saúde a funcionários

Bezos, Buffett e Jamie Dimon aliam-se para prestar cuidados de saúde a funcionários

A Amazon, a Berkshire Hathaway e a JPMorgan Chase decidiram juntar-se para criar uma empresa que tem como objectivo baixar os custos ao nível da saúde para os seus funcionários nos EUA. Esta firma vai ser “livre de incentivos" ao lucro e constrangimentos.
Bezos, Buffett e Jamie Dimon aliam-se para prestar cuidados de saúde a funcionários
reuters, bloomberg
Negócios 30 de janeiro de 2018 às 13:09

A Amazon, a Berkshire Hathaway e o JPMorgan Chase (lideradas respectivamente por Jeff Bezos, Warren Buffett e Jamie Dimon) decidiram juntar-se para baixar os custos de saúde para os seus funcionários nos Estados Unidos.

 

Num comunicado emitido pelas três empresas, e citado pela Reuters, as firmas vão criar uma nova companhia "livre de incentivos" ao lucro e constrangimentos. Numa fase inicial, irá focar-se em soluções tecnológicas que forneçam aos seus funcionários, e famílias, cuidados de saúde "a custos razoáveis".

 

Esta nova empresa, que está ainda a dar os primeiros passos, vai ser liderada, por agora, por três elementos, um de cada empresa envolvida. Concretamente, Todd Combs da Berkshire Hathaway, Marvelle Sullivan Berchtold do JPMorgan Chase e Beth Galetti, vice-presidente sénior da Amazon.

 

Estes, para já, são os únicos detalhes conhecidos. A gestão, a sede e outros detalhes operacionais desta nova empesa vão ser explicitados noutra fase do projecto, adiantaram as empresas em comunicado citado pela agência.

 

 

 




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mais votado Anónimo Há 3 semanas

Nos sistemas públicos (de saúde, pensões, transportes, etc.), o excedentarismo e sobrepagamento à prova de mercado e racionalidade económica, tem sempre mais tendência para proliferar e ganhar raízes que acabam por secar tudo à sua volta. Estas organizações que se dedicam à alta criação de valor já perceberam isso, e por isso, avançam agora para um sistema de saúde próprio, independente, totalmente privado. Mais uma "vitória" para as facções sindicais que nada mais sabem fazer do que destruir aquilo que o sector público poderia ter de bom caso fosse bem gerido. Coisas como os serviços de saúde. Um dia, infelizmente, na sua estupidez sindical ainda acabarão por obrigar à criação de forças de segurança privadas aqui e ali, com todos os riscos e perigos que isso acarretará.

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Anónimo Há 3 semanas

Nos sistemas públicos (de saúde, pensões, transportes, etc.), o excedentarismo e sobrepagamento à prova de mercado e racionalidade económica, tem sempre mais tendência para proliferar e ganhar raízes que acabam por secar tudo à sua volta. Estas organizações que se dedicam à alta criação de valor já perceberam isso, e por isso, avançam agora para um sistema de saúde próprio, independente, totalmente privado. Mais uma "vitória" para as facções sindicais que nada mais sabem fazer do que destruir aquilo que o sector público poderia ter de bom caso fosse bem gerido. Coisas como os serviços de saúde. Um dia, infelizmente, na sua estupidez sindical ainda acabarão por obrigar à criação de forças de segurança privadas aqui e ali, com todos os riscos e perigos que isso acarretará.

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