Automóvel Bloco diz que portugueses compreendem luta dos trabalhadores da Autoeuropa

Bloco diz que portugueses compreendem luta dos trabalhadores da Autoeuropa

A coordenadora do BE, Catarina Martins, considerou este domingo, em Lisboa, que a luta dos trabalhadores da Autoeuropa é uma luta que os portugueses compreendem ser essencial, porque se trata do direito de conciliar o trabalho com vida familiar.
Bloco diz que portugueses compreendem luta dos trabalhadores da Autoeuropa
Miguel Baltazar
Lusa 03 de setembro de 2017 às 15:34
A líder do Bloco de Esquerda participou este domingo, na Feira do Relógio, numa acção de pré-campanha com o candidato do BE à Câmara de Lisboa, Ricardo Robles, quando foi questionada acerca de declarações da secretária-geral adjunta do PS.

Ana Catarina Mendes afirmou no sábado, em Palmela, estar "chocada" com a situação na fábrica de automóveis Autoeuropa, que levou à realização de uma greve na passada quarta-feira, considerando que existe uma "guerra partidária" naquela empresa.

Salientando que não ouviu as declarações da dirigente socialista, Catarina Martins explicou que a Autoeuropa vai aumentar a produção e que "foi feito um pré-acordo com sindicatos, comissão de trabalhadores, com toda a gente já há quase dois anos, quando foi decidido aumentar a produção" e ter "um novo modelo".

"Mas agora é preciso, no concreto, compreender como é que vai organizar a vida dos trabalhadores para que seja possível aumentar a produção sem que os trabalhadores percam o direito a ter vida familiar. E essa luta, a de conciliar o trabalho com a vida familiar e ter direito ao descanso é uma luta que toda a gente em Portugal compreende como é essencial neste momento", disse Catarina Martins.

No seu entender, "esta luta da Autoeuropa é uma luta muito importante" para a empresa e para os trabalhadores, "porque é de facto necessário pôr em cima da mesa o direito que todos os trabalhadores e trabalhadoras têm de ter a conciliar a vida familiar com o trabalho", sublinhou.

Além do Bloco de Esquerda, caminharam hoje pela Feira do Relógio em acções de pré-campanha as candidaturas à Câmara de Lisboa do PAN e do CDS-PP, com a participação da candidata e líder deste partido, Assunção Cristas.

Assunção Cristas (CDS-PP), João Ferreira (CDU), Ricardo Robles (BE) Teresa Leal Coelho (PSD), Fernando Medina (PS), Inês Sousa Real (PAN), Joana Amaral Dias (Nós, Cidadãos!), Carlos Teixeira (independente candidato na lista do PDR e do JPP), António Arruda (PURP) e José Pinto-Coelho (PNR).



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Pormimnaofala Há 2 semanas

A Catarina que fale poe ela, não por mim!...hospitais não trabalham ao sábado?, cinemas, restaurantes, centros comerciais, supermercados, transportes, etc...não trabalham ao sabado? PCP e BE...Deixem-se de tretas...e de destruir postos de trabalho!

Anónimo Há 2 semanas

Eu sou Português, não compreendo, típico desta representante do BE em falar pelos Portugueses. Os acomodados, os preguiçosos, enfim os politicos, esses sim deverão compreender

Anónimo Há 2 semanas

"Bloco diz que portugueses compreendem luta dos trabalhadores da Autoeuropa", pois eu sou português e não compreendo, vejamos, em troca de trabalhar ao sabado a empresa ofereçe AUMENTO GERAL DE 500 €, O DOMINGO, MAIS UM DIA DE SEMANAL DE DESCANSO, MAIS DOIS DIAS DE FÉRIAS, ????? NÃO ACEITAM ?????

A esquerdalha só produz FOME Há 2 semanas

Mas q péssima imagem passa lá para fora para os investidores! Portugal necessita de investimentos como pão para a boca, e estas greves afastam tudo. As esganiçadas estéricas, o dinossauro Jerónimo mais o seu braço armado Arménio Carlos deviam ser fuzilados se a fábrica for deslocalizada. Pulhas.

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