Banca & Finanças Bloco formaliza proposta para cortar salários da Caixa
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Bloco formaliza proposta para cortar salários da Caixa

Voltar a pôr a CGD debaixo do chapéu do Estatuto do Gestor Públicos e limitar os salários dos gestores da Caixa à remuneração do primeiro-ministro são os objectivos do BE.
Bloco formaliza proposta para cortar salários da Caixa
Miguel Baltazar
Marta Moitinho Oliveira 18 de novembro de 2016 às 00:01

O Bloco de Esquerda formaliza esta sexta-feira a proposta que impede que os gestores públicos tenham um salário superior ao do primeiro-ministro. A intenção é que todos os gestores públicos tenham este limite

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mais votado JCG 18.11.2016

Eu ainda não vi o BE (se calhar foi distração minha) preocupado com os supostos objetivos estratégicos que o representante dos acionistas - o Governo - terá atribuido à administração da CGD. E isto mostra bem o grau de conhecimento, de consciência de de maturidade com que os jovens do BE lidam com estas coisas: o folclore émais garrido; a essência é a mesma. Fala-se que os gestores poderão acrescentar 50% ao salário em função de objetivos e dá-se isso já como certo e garantido. Bom, é claro que tudo depende da ambição ou ligeireza dos objetivos. Se calhar aquele aventesma do minsitro das finanças mais o seu ajudante de campo parente do Mourinho também deixaram essa questão para o Domingos resolver: ó dr que objetivos? trate lá o sr disso; que objetivos é que acha bem (para poder acrescentar 50% aos v/ ganhos)?
Por isso, sra deputada Catarina, fale com alguém, nem que seja com o seu guru catedrático Louça, e veja se percebe o essencial da coisa para ver se apresenta alguma ideia viável.

comentários mais recentes
tojornais 19.11.2016

Só gostava de saber porque razão os funcionários da CGD foram aumentados no tempo do PS e do Sócrates 70%?
Claro está para deixarem o banco falido. As administrações da CGD deviam de ser chamados para dizerem o porquê dos prejuízos dinheiros mal emprestados e a quem o emprestaram e com autorização de quem?
Proibido injetar mais dinheiro sem se saber onde param os empréstimos. O povo exige saber, certo?

Anónimo 18.11.2016

A Deputada do BE diz que ninguém deve ganhar mais que o 1º Ministro, acho que quando fala assim, não é gága mas pelo que me parece o seu raciocínio não é assim muito bem aceite... A questão que eu coloco aqui é. Será que seja justo uns ganharem num mês, o que outros nunca ganharam na vida ?

Beruno 18.11.2016

acho isso louvável, ainda que se tenha que contratar uma "equipa privada" para por a casa em ordem. mas porque é que não tem a mesma convicção em limitar os ordenados na assembleia da republica?? e o numero de lugares tambem

JCG 18.11.2016

É claro que a disparidade remuneratória nas empresas atingiu dimensão escandalosa (e não venham com a treta de que é o mercado ou aquela anedota que os tipos contam de que é preciso pagar bem para ter bons gestores) e é preciso fazer alguma coisa. Ora a pior abordagem é apresentar propostas disparatadas que só servem para esvaziar e desacreditar o ataque.
1º As empresas devem ser obrigadas a apurar e a declarar o leque remuneratório que praticam entendido em termos de múltiplo da remuneração mais alta sobre a mais baixa.
2º Deve ser discutido em Consertação Social um valor ou parâmetro civilizado para esse múltiplo, por exemplo 15 a 20, conforme empresas em crise ou lucrativas.
3º O Governo deve estabelecer critérios de agravamento de IRC e TSU para as empresas que ultrapassem esses múltiplos, crescentes com a grau de ultrapassagem, devendo também ter em conta o salário mínimo nacional e o múltiplo das remunerações mais altas face ao SMN. A ação do Estado deve limitar-se a esta medida.

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