Energia BP quer atingir os 450 postos de combustível em Portugal até ao final deste ano

BP quer atingir os 450 postos de combustível em Portugal até ao final deste ano

A petrolífera prevê abrir mais 40 postos de combustível ao longo do ano. A companhia quer chegar aos 500 postos de combustível nos próximos anos.
BP quer atingir os 450 postos de combustível em Portugal até ao final deste ano
Miguel Baltazar
André Cabrita-Mendes 27 de junho de 2017 às 15:53

A BP quer abrir 40 postos de combustível em Portugal este ano. Com os novos postos a petrolífera britânica espera atingir a marca de 450 postos em território nacional.

"Em Portugal estamos muito atentos às oportunidades que existem e não parámos o crescimento da rede, antes pelo contrário, deixámos os 400 postos lá atrás e vamos a caminho dos 425 postos. Vamos fechar este ano perto dos 450 postos", revelou o presidente da BP Portugal, Pedro Oliveira.

O gestor explicou que este crescimento vai ter lugar através de acordos com postos de combustível já existentes, parceiros conhecidos como abandeirados.

"Nós não estamos a crescer à custa de novos postos. O mercado em Portugal tem excessos de postos versus a média europeia. Temos feito investimentos, comprado um posto ou outro, mas a oportunidade deste mercado não está aí", começou por dizer esta terça-feira, 27 de Junho, à margem de uma conferência organizada pela BP.

"Nós estamos a crescer à custa de operadores de mercado que vêem valor na oferta da BP - na força da marca, programas de fidelização, qualidade diferencial dos produtos - e que querem operar debaixo da bandeira BP", disse o gestor.

A BP Portugal considera que a meta de 500 postos de combustível da marca é "exequível" no médio prazo. 

Em termos de quota de mercado a BP é a terceira maior petrolífera com mais vendas de combustível em Portugal, com a Galp a liderar as vendas. Olhando somente para Portugal Continental, a BP sobe para a segunda posição em termos de vendas. 

Esta diferença acontece porque a BP não está actualmente presente nos Açores, depois de ter deixado esta região autónoma há uns anos. Questionado sobre se a BP poderia voltar aos Açores, Pedro Oliveira limitou-se a responder: "Quem sabe".




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