Banca & Finanças BPI contribuiu com 77 milhões para o Caixabank desde Fevereiro

BPI contribuiu com 77 milhões para o Caixabank desde Fevereiro

Já a casa mãe do BPI atingiu lucros de 839 milhões de euros no primeiro semestre, mais 31,6% face ao semestre homólogo.
BPI contribuiu com 77 milhões para o Caixabank desde Fevereiro
Ricardo Castelo/Negócios
André Cabrita-Mendes 28 de julho de 2017 às 08:34
O BPI contribuiu com 77 milhões de euros para os resultados do Caixabank desde 1 de Fevereiro, data em que banco português se integrou completamente no banco catalão.

Entre Fevereiro e Março, o BPI contribuiu com lucros de 50 milhões de euros para o banco catalão, que detém 84,5% do português. No segundo trimestre este valor atingiu os 27 milhões de euros, anunciou o Caixabank esta sexta-feira, 28 de Julho.

No segundo trimestre os gastos extraordinários do BPI, liderado por Pablo Forero, atingiram os 96 milhões de euros devido a custos de reestruturação, depois de atingir os 10 milhões no primeiro trimestre. O crédito saudável situa-se nos 22.009 milhões de euros, mais 0,4% desde Dezembro.

Por outro lado, os recursos dos clientes atingem os 34.558 milhões de euros, mais 4,7% face a Dezembro, "apoiados na boa evolução dos activos sob sua gestão". O rácio de crédito mal parado do BPI situa-se nos 5,8% com a cobertura do malparado a atingir os 80%.

O BPI, por seut turno, registou um prejuízo de 102 milhões de euros no primeiro semestre de 2017, face ao lucro de 106 milhões em igual período de 2016. A justificar o resultado negativo estiveram a venda de 2% do Banco de Fomento Angola (BFA) e o programa de saídas voluntárias.

Já a casa mãe do BPI atingiu lucros de 839 milhões de euros no primeiro semestre, mais 31,6% face ao semestre homólogo. A margem bruta do banco catalão subiu 5,7% para 4.280 milhões de euros, aumentou que "reflecte a incorporação do BPI e a maior geração de ingressos do negócio bancário, que permite compensar os menores resultados derivados de activos e passivos financeiros".

O Caixabank sublinha que mantém a liderança na banca de retalho em Espanha, com um quota de penetração de 25,7%. A margem financeira cresceu 15,1% para 2.349 milhões de euros no primeiro semestre, enquanto as comissões se situam nos 1.252 milhões de euros, com uma subida de 23,9%.



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