Banca & Finanças Bruxelas espera aprovar venda do NB ainda em Julho
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Bruxelas espera aprovar venda do NB ainda em Julho

A compra do Novo Banco pela Lone Star já foi notificada a Bruxelas, que decidiu avaliar a operação através de procedimento simplificado. A Comissão Europeia espera decidir até 17 de Julho. Em paralelo, está a escrutinar o plano de negócios da Lone Star para o banco.
Bruxelas espera aprovar venda do NB ainda em Julho
Bruno Simão/Negócios
Maria João Gago 27 de junho de 2017 às 00:01

A Comissão Europeia espera aprovar a venda do Novo Banco à Lone Star ainda em Julho. 17 de Julho é a data provisória para Bruxelas tomar uma decisão sobre a operação que, à partida, não deverá)

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mais votado Anónimo 27.06.2017

O Jornal de Negócios, enquanto órgão de informação económica com notabilidade a nível nacional, que insista na pedagogia e no esclarecimento cabal em relação ás inevitáveis transformações urgentes que se impõem nas economias mais avançadas, às quais a portuguesa, por mais capturada e mal orientada que se afigure, não estará imune se quiser permanecer no chamado Primeiro Mundo. Na Holanda as organizações não dão guarida ao excedentarismo sindicalizado de carreira que atrasa o mais económico e eficiente progresso tecnológico, obstaculiza a justiça social, impede a sustentabilidade do Estado e enfraquece a economia por via do entorpecimento do empreendedorismo, do investimento reprodutivo e da capacidade de inovação. "Fewer people and more technology – that is the plan just announced by ING. The largest financial services company in the Netherlands is getting rid of 7,000 positions." http://www.euronews.com/2016/10/03/netherlands-bank-ing-to-cut-7000-jobs-in-digital-quest

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Anónimo 27.06.2017

Nacionalizar é impossível em Portugal porque o Estado é mau gestor e segundo a versão oficial desse mesmo Estado, e seus sindicatos, não existe, existiu ou alguma vez existirá excedentarismo e por isso não se pode reestruturar uma organização portuguesa com recurso a despedimentos ou desalocação de oneroso factor produtivo trabalho que seja desnecessário e injustificável. Logo, no caso BES, ficaríamos com duas CGD cheias de excedentários, pelo menos até que aqueles se reformassem todos. Além disso, o próprio sector do retalho bancário fomenta e aprova a disseminação total e absoluta do excedentarismo em sentido lato, porque é assim que o seu negócio de concessão de crédito consegue crescer mesmo que a criação de valor na respectiva economia seja nula ou diminuta. Quando a liquidação de bancos é ainda proibida sob o pretexto de que aqueles são grandes demais para falir e que os bancários representam um número de votos elevado, o que os torna inelegíveis para o RSI, a situação fica má.

Anónimo 27.06.2017

A CGD só tem lá 2200 excedentários pagos com o seu peso em ouro, salários e prestações sociais incluídas, que só agora foram "detectados" porque a UE alertou a gestão da organização para o facto começando finalmente a fazer-se luz. Outros bancos, altamente subsidiados, assim como diversas áreas do sector público em geral, sofrem do mesmo síndroma. Mas vai ser tarde demais e a factura é gigantesca porque a factura do excedentarismo é gigantesca e acarreta custos de oportunidade colossais. Faça-se luz noutras organizações também ou ainda morre muito mais gente em Portugal de forma totalmente absurda e perfeitamente evitável.

Anónimo 27.06.2017

Para entender a crise de equidade e sustentabilidade que tem afectado as economias desenvolvidas e posto territórios como os de Portugal e Grécia nas más bocas do mundo, é fundamental perceber que para uns serem excedentários ou pagos acima do preço de mercado, outros têm que pagar mais caro quando consomem bens e serviços, pagar mais taxa de imposto quando são tributados, obter menor retorno sobre o investimento quando investem, poupar menos quando aforram...

Anónimo 27.06.2017

Então mas vamos despedir as pessoas assim sem mais nem menos mesmo que elas já não tenham desde há muito qualquer tarefa justificável a cumprir na organização que as emprega e tem remunerado? Claro que não. Aumentem-se as comissões, as contribuições e os impostos às "não pessoas" que são os clientes ou utentes da organização e os contribuintes. O nível de vida das pessoas tem que ser salvo e mantido em elevado patamar custe lá o que custar. Haja humanidade. Tenham as pessoas em consideração. As não pessoas que paguem e não bufem.

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