Banca & Finanças Caixa perde 650 trabalhadores este ano
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Caixa perde 650 trabalhadores este ano

CGD deve perder 650 trabalhadores este ano. Já há 120 voluntários nas rescisões por mútuo acordo. E sem isso, Caixa espera 536 saídas. Faltará cortar 1.000 efectivos para atingir a meta exigida até 2020.
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Maria João Gago 21 de agosto de 2017 às 23:30

Caixa Geral de Depósitos deve perder um total de cerca de 650 trabalhadores da actividade doméstica este ano. A maior parte destas saídas será concretizada através de aposentações e reformas antecipadas,)

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mais votado Anónimo 22.08.2017

Não os foram despedindo ao longo do tempo como os mais elementares princípios da boa gestão indicavam, agora com sistemas económicos e Estado falidos e a mendigar resgates caridosos é que se lembram de melhorar a política de recursos humanos nas organizações capturadas pelo oneroso excedentarismo sindicalizado de carreira. É uma mentalidade de raptor e burlão a fazer assaltos à mão armada e a exigir resgates sempre que lhe dá na real gana. Triste Portugal.

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Anónimo 22.08.2017

As condições de oferta e procura de mercado estão sempre a mudar. Porque haveria a economia portuguesa ser diferente das outras? O mal que nos flagela enquanto povo, cultura e sociedade é acreditarmos em magos e ilusionistas políticos, sindicais e legislativos, assim como nas suas constantes mentiras, ilusões e fantasias.

Anónimo 22.08.2017

Escusado será dizer que os sindicalistas não concordam. E também querem aumentos porque acham que andam a oferecer trabalho muito abaixo do seu preço de mercado. Alguns até defendem convictamente que têm andado a trabalhar literalmente de graça. Por outras palavras, querem que eu lhes pague mais nas facturas, nas contribuições e nos impostos. Não, obrigado.

Há lodo na Caixa 22.08.2017

Senhores de Bruxelas: para resolver a longo prazo os problemas da Caixa não é só e principalmente cortar no pessoal e reduzir no número de agências.Será também e principalmente motivar o pessoal, impor uma filosofia de meritocracia, apelar ao trabalho duro e à criatividade, reforçar o espírito de ouvir e servir o cliente, lutar ombro a ombro com a concorrência, reforçar o espírito de camaradagem, desparasitar as sociedades satélites da Caixa onde se acoitam inúteis (que acabam por, ou não fazer nada, ou trabalhar mais para entidades exteriores do que propriamente para a sua entidade patronal ) e limpar energicamente o lodo que se acumulou na Caixa.Os donos da Caixa (os Portugueses) e quem ela serve (os seus clientes), ficariam muito gratos pelo que se possa fazer em tal sentido.

Anónimo 22.08.2017

Em organizações públicas e privadas do mundo mais desenvolvido, no âmbito da gestão das organizações faz-se gestão de recursos humanos (GRH). Sem GRH, nem criação de valor ocorre nem elevação dos rendimentos de colaboradores não excedentários se dá, uma vez que os excedentários, por definição, limitam-se a extrair valor. Economias com GRH enriquecem e desenvolvem-se de forma sustentável. Ser excedentário não significa por si só que se seja criminoso ou mesmo incompetente. Ser excedentário é como estar na condição de desempregado mas a ser suportado por uma organização que emprega o desempregado. O desempregado e o excedentário são apenas uma oferta sem procura, e isso não é crime, crime é não fazer GRH. O desempregado, sem procura no mercado laboral onde oferece trabalho. O excedentário, sem procura numa dada organização empregadora que tem que o suportar prejudicando a persecução da sua missão, visão e propósito. Ambos são um problema do Estado de Bem-Estar Social e não do empregador.

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