Empresas Caldeira Cabral: exportadoras têm de envolver economia da inovação

Caldeira Cabral: exportadoras têm de envolver economia da inovação

O ministro da Economia aplaudiu o desempenho das empresas exportadoras portuguesas e lembrou que estas só podem chegar ainda mais longe se abraçarem a economia da inovação que se tem vindo a afirmar.
Caldeira Cabral: exportadoras têm de envolver economia da inovação
Pedro Elias
Wilson Ledo 14 de Novembro de 2016 às 21:12

O ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, defendeu esta segunda-feira, 14 de Novembro, que as empresas portuguesas souberam melhorar os níveis das suas exportações na última década sem recorrer a um "crescimento assente no baixo custo da mão-de-obra".

 

"O crescimento das exportações nesta última década foi marcado pela diversificação de mercados e de sectores e por um enorme aumento da qualidade e da incorporação tecnológica, bem como uma melhoria da resposta rápida", afirmou no encerramento da sexta edição dos Prémios Exportação e Internacionalização, iniciativa conjunta do Negócios e do Novo Banco.

 

Caldeira Cabral recorda a aposta na inovação, em destaque em Portugal com a conferência Web Summit na última semana, e pede aos empresários que abracem cada vez mais esta vertente.

 

"É esta nova economia, que se está a desenvolver, que estamos a apoiar. Mas esta nova economia tem de ter como base as empresas de sectores ditos tradicionais ou já bem afirmados", reforçou. O ministro referiu uma variedade de sectores como a construção, a engenharia, o vinho, os têxteis, os produtos metálicos, o calçado ou o automóvel.

 

A garantia de Caldeira Cabral é de que o Governo está a levar a cabo o trabalho de "apoiar e acompanhar quem quer investir em Portugal". "Este Governo, desde que entrou, centrou-se muito na questão da inovação e da melhoria tecnológica", recordou.

 

O Governo vai lançar no próximo mês um fundo de apoio aos centros tecnológicos. Caldeira Cabral referiu ainda a redução do IVA alfandegário, previsto no Orçamento do Estado para 2017, como uma medida benéfica para as empresas exportadoras.

 

"Temos tido um crescimento sólido das exportações. É este sinal que as empresas exportadoras estão a dar: souberam melhorar pela qualidade e pela tecnologia", concluiu.




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