Tecnologias Caldeira Cabral: "Questão-chave" para atrair a Google foi o talento, a formação e os bons engenheiros

Caldeira Cabral: "Questão-chave" para atrair a Google foi o talento, a formação e os bons engenheiros

O ministro da Economia afirmou hoje que a Google "não negociou contrapartidas" para a instalação de um centro de serviços ('hub tecnológico') em Oeiras, mas que a "questão-chave" foi o talento, a formação e os bons engenheiros no país.
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Negócios com Lusa 26 de janeiro de 2018 às 14:09

Em 24 de Janeiro, o primeiro-ministro, António Costa, anunciou em Davos (Suíça) que a tecnológica norte-americana Google vai instalar a partir de Junho, em Oeiras, um centro de serviços para a Europa, Médio Oriente e África, criando 500 empregos qualificados.

 

Questionado hoje pelos jornalistas sobre que contrapartidas foram dadas à Google para vir para Portugal, o ministro da Economia disse que no caso da tecnológica "a questão-chave não foi as contrapartidas".

 

"A Google não negociou contrapartidas e não foi essa a questão chave, a questão chave foi trabalhar com esta empresa para lhe demonstrar que o melhor sítio onde esta empresa podia expandir as suas actividades era Portugal", prosseguiu Manuel Caldeira Cabral, à margem da assinatura de um protocolo de 250 milhões de euros do Banco Europeu de Investimento (BEI) com a Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD), que decorreu no Ministério da Economia, em Lisboa.

 

Isto "porque Portugal tem talento, Portugal tem bons engenheiros, tem bons programadores, tem muita qualidade da formação ao nível de 'software' e, nesse sentido, tem muitas possibilidades de dar à Google aquilo que hoje é escasso em todo o mundo", concluiu.

 

Fonte oficial do executivo português disse que Portugal conseguiu este investimento da Google "no quadro de uma competição internacional muito forte".




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comentários mais recentes
Tereza economista 06.02.2018

A Google se vier para pagar mil euros, esqueça, pois os jovens portugueses continuarão a emigrar pois é insustentável viver em Lisboa, nem num quarto. Lisboa não está adequada á realidade económica portuguesa.

Para este ministro, o q conta são os euros. Ponto. 06.02.2018

Este tipo, a quem foi entregue o cargo de Ministro da Economia, convive, como Deus e os anjos, com gente corrupta e até lhes abana a cauda, em agradecimento, pelo investimento, sem se importar qual a origem desse dinheiro.
O mesmo farsola já o vimos ao lado do patrão da ALTICE, todo sorridente.

Anónimo 27.01.2018

Chama-se "colher os louros".

Anónimo 26.01.2018

Talento, formação e bons engenheiros? Tudo o que Portugal não possui!

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