Energia Carregamento de carros eléctricos vai deixar de ser gratuito

Carregamento de carros eléctricos vai deixar de ser gratuito

Os utentes vão passar a pagar pelo abastecimento na via pública de eléctricos até ao final do primeiro semestre de 2017, segundo o JN. O preço das botijas de gás vai descer e o mercado liberalizado da luz será adiado.
Carregamento de carros eléctricos vai deixar de ser gratuito
Bruno Simão
Negócios 28 de Novembro de 2016 às 10:22

Até ao final do primeiro semestre do próximo ano os detentores de carros eléctricos vão passar a pagar o abastecimento destes veículos na via pública. Segundo o Jornal de Notícias, o Ministério do ambiente já está a testar o novo sistema de pagamento que passa por os condutores efectuarem um contrato com um operador.

Na edição desta segunda-feira, 28 de Novembro, o jornal explica que o novo modelo de pagamento vai passar a incluir um cartão, fornecido pelo operador, o qual permite que os condutores abasteçam em qualquer posto do país. O valor da electricidade utilizada será cobrado no final do mês.

O secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes, revelou ainda que o objectivo do Executivo é concessionar a actual rede pública, que conta com 1.076 postos e é gerida pela Mobi.e. "Se não houver interessados, poderá ficar sob a alçada da Mobi.e", acrescentou, citado pelo Jornal de Notícias.

Mas as novidades no campo da energia não ficam por aqui. O prazo da obrigatoriedade para passar para o mercado livre da electricidade vai ser adiado por mais três anos e o preço das botijas de gás vai diminuir em 2017. Estas medidas integravam o total das 11 propostas do PCP de alteração ao orçamento do estado na área energética, conta o Diário de Notícias.

O partido viu assim aprovado o prolongamento até 2020 do mercado liberalizado de electricidade, cujo prazo estava previsto par ao final de 2017, o que "vem trazer vantagens aos consumidores, pois podem beneficiar das decisões estatais do não aumento de preços", explicou o jornal o deputado Bruno Dias.

Outra das propostas do PCP aprovadas prende-se com a redução do preço das botijas de gás, utilizadas por mais de 70% da população segundo o partido.

Na prática, o Governo compromete-se a adoptar "medidas necessárias à redução do preço do gás de garrafa, adequando o seu regime de preços às necessidades dos consumidores".

A proposta do PCP para baixar o preço final ao consumidor inclui a redução do IVA para 13% e a implementação de um "regime de preços máximos para o gás de garrafa", conta o DN.




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Jorge Há 4 dias

Como é? Então andavam à borla até agora! Quem paga as centrais, as barragens, as eólicas, etc.?
Extraordinário. Além de serem uma deslocalização da poluição, ainda são uma deslocalização da despesa para os diversos bolsos dos que pagam eletricidade, impostos taxas e afins.

Tchau carros eletricos Há 4 dias

Roubo por roubo fico com o carro a gasolina.

Anónimo Há 4 dias

70% da população utiliza botijas de gás!!??
É nestas "pequenas coisas" que conseguimos ver que o Pais ainda está muito atrasado :-(

Anónimo Há 4 dias

Ainda nem o electrico pegou e já o querem facturar. Se isto implicar q os postos trabalham mesmo, que há um aumento dos mesmos e alguém ande a dar forte e feio nos chicos espertos q estacionam nesses lugares tudo bem agora se for para continuar como está vão mas é roubar pra estrada.

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