Banca & Finanças CGD: Costa defende que papel "essencial" do Estado foi garantir recapitalização 

CGD: Costa defende que papel "essencial" do Estado foi garantir recapitalização 

O secretário-geral do PS diz que o essencial das funções do accionista Estado em relação à Caixa Geral de Depósitos (CGD) foi concretizar o processo de recapitalização junto da União Europeia, garantindo que continuará banco público.
CGD: Costa defende que papel "essencial" do Estado foi garantir recapitalização 
Miguel Baltazar/Negócios
Lusa 05 de Novembro de 2016 às 13:02

De acordo com o primeiro-ministro, relativamente à CGD, "o Governo representa o accionista, que é o Estado, e deve preocupar-se com o essencial".

 

"O essencial tem a ver com um banco, que é o mais importante do nosso sistema financeiro, que estava numa situação de risco e que tem hoje um programa de capitalização aprovado pelas autoridades da União Europeia. Conseguiu-se garantir que a CGD pode continuar a ser 100 por cento público e que tal não será considerado ajuda de Estado. Essa é a vitória mais importante e essencial", sustentou António Costa, que falava aos jornalistas à entrada para a reunião da Comissão Nacional do PS, depois de questionado sobre o futuro da CGD.

 

 

Neste ponto, António Costa elogiou inclusivamente o trabalho "articulado entre a administração da CGD, em particular o seu presidente [António Domingues], e o Governo".

 

"O accionista Estado tem de preocupar-se em garantir que a CGD será o que tem de ser: O grande factor de estabilidade do sistema financeiro, a garantia das poupanças das famílias portuguesas e um banco ao serviço da economia. Temos uma administração, um programa de recapitalização aprovado pelas instituições europeias - isto é o essencial", acrescentou.




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mais votado JCG Há 4 semanas

Mas este tipo diz isto e se calhar pensa isto e não há consequências! É que a pensar assim o Sr Costa revela não ter sentido de responsabilidade, nem competência, nem maturidade, nem estatura para chefiar o governo de Portugal. Portanto, o Sr Costa acha que o papel do ascionista/ Estado/ contribuintes é só injetar dinheiro na CGD, à medida que os gangues que por lá forem passando forem destruindo recursos e cavando buracos.
Urge que algum jornalista pergunte ao Sr Costa se assim sendo para que serve a CGD ser e manter-se um banco público.
Pelos vistos para Costa é mais uma espécie de instrumento do Estado Social que serve para fazer transferências de recursos, no caso, do bolso da maioria dos portugueses incluindo dos mais pobres para o bolso de uns baronetes organizados em gangues, numa espécie de Robin dos bosques invertido.

comentários mais recentes
Skizy Há 4 semanas

O importante é enterrar la mais dinheiro do contribuinte. Depois o resto o governo ja nao esta preocupado... mt bem desgovernado

JCG Há 4 semanas

Mas este tipo diz isto e se calhar pensa isto e não há consequências! É que a pensar assim o Sr Costa revela não ter sentido de responsabilidade, nem competência, nem maturidade, nem estatura para chefiar o governo de Portugal. Portanto, o Sr Costa acha que o papel do ascionista/ Estado/ contribuintes é só injetar dinheiro na CGD, à medida que os gangues que por lá forem passando forem destruindo recursos e cavando buracos.
Urge que algum jornalista pergunte ao Sr Costa se assim sendo para que serve a CGD ser e manter-se um banco público.
Pelos vistos para Costa é mais uma espécie de instrumento do Estado Social que serve para fazer transferências de recursos, no caso, do bolso da maioria dos portugueses incluindo dos mais pobres para o bolso de uns baronetes organizados em gangues, numa espécie de Robin dos bosques invertido.

matita42 Há 4 semanas

Se o cinismo pagasse imposto nós estaríamos livres, tal o imposto que pagaria.

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